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Vereador tira a roupa e convida eleitores a participarem de excursão de swing

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Julien Ferrat, vereador da cidade de Mannheim (Alemanha), tirou a roupa e se dirigiu aos seus eleitores, convidando-os a participar de uma excursão de oito dias a Cap d’Agde (França) celebrando o swing.

O político de 33 anos ganhou bastante atenção – e resistência de muitos colegas vereadores – quando um registro da sua ideia nada convencional foi publicada no Diário Oficial de Mannheim em maio.

O registro foi acompanhada por uma foto nua de Ferrat numa praia, com apenas uma placa cobrindo seus genitais. O texto tinha como título “Viagem de Educação Política a Cap d’Agde”.

“A vila naturista em Cap d’Agde é considerada a meca dos naturistas e dos swingers”, disse o texto assinado por Ferrat. “O que pouca gente sabe: sem o apoio do governo ao turismo esse lugar jamais teria existido”, emendou ele.

O vereador se dirigiu a “cidadãos curiosos e de mente aberta”, desejando que eles o acompanhassem na viagem. Ferrat garantiu que, antes da excursão, haverá um treinamento numa ilha de Mannheim, incluindo a prática de sexo ao ar livre, para que nenhum viajante a Cap d’Agde “chegue despreparado”, sem a participação da mídia.

“Em Cap d’Agde, o sexo na praia é levado a sério. E qualquer pessoa que sempre quis fazer compras nua no supermercado pode facilmente satisfazer esse desejo lá”, destacou o político. “Fazer sexo no seu próprio quarto é diferente de na praia com um grupo de homens se masturbando, como em Cap d’Agde”, continuou ele.

Ferrat pretende mostrar ao moradores de Mannheim que o comportamento dos swingers em Cap d’Agde pode ser r eplicado com segurança na cidade alemã. Ele planeja conversar com o escritório de turismo e empresários locais, incluindo operadores hoteleiros.

“Acho essa convocação idiota porque acredito que, na verdade, prejudica a política”, disse o vereador democrata-cristão Christian Hötting à publicação local “SWR Aktuell”. “Não vejo nada de sensato nisso que possa fazer a cidade, ou as pessoas desta cidade, avançarem. É um pouco constrangedor”, acrescentou ele.

Ferrat rebateu:

“Ninguém é obrigado a ir lá.”

Extra

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