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Presidente do PT Ceará defende volta à Prefeitura de Fortaleza: ‘Quanto mais nomes melhor’

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Após dez anos longe do comando da Prefeitura de Fortaleza, o presidente do PT Ceará, Antônio Filho, o Conin, avalia que a eleição do próximo ano é o momento ideal para a sigla voltar ao Executivo da Capital. O dirigente aponta que a legenda está amadurecida e tem o “bom problema” de ter que escolher entre quadros qualificados.

Em entrevista aos editores e colunistas de Política do Diário do Nordeste, Jéssica Welma e Wagner Mendes, Conin comentou sobre os pré-candidatos do Partido dos Trabalhadores para Fortaleza e os planos da sigla para o pleito do próximo ano.

“O partido está preparado pelos quadros que tem e pela experiência que tem, acho que a população vai entender essa mensagem e temos condições de apresentar uma candidatura competitiva, em condições de voltar a governar a Cidade”, completou.

Ainda cauteloso sobre a definição de quem irá liderar essa chapa petista, o presidente da sigla, por outro lado, lista possíveis pré-candidatos e considera inclusive o nome do presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), Evandro Leitão, de saída do PDT.

O dirigente listou ainda os nomes da deputada federal Luizianne Lins (PT) e dos deputados estaduais Guilherme Sampaio (PT) e Larissa Gaspar (PT). O presidente do PT Ceará respondeu ainda sobre a pré-candidatura da parlamentar federal.

 “O PT não pode deixar de reconhecer as constituições que a Luizianne tem dado ao partido no decorrer de sua história, assim como outros quadros do PT em momentos difíceis deram sua contribuição. Será considerado, ela tem razão em colocar, mas não é o único elemento, vamos levar em conta, mas vamos ouvir a população, a militância, a direção nacional, o governador Elmano vai ter um papel importante”, reforçou.

Segundo Conin, como o PT decidiu escolher o nome somente no próximo ano, os filiados terão tempo para maturar a construção de uma chapa. Caso um consenso não seja formado, o dirigente não descarta a convocação de prévias. “Se for possível evitar, eu acho melhor, será o nosso primeiro esforço. Se não conseguirmos, temos mecanismos de democracia interna, que, no PT, funcionam muito bem e garantem que a decisão tomada seja seguida e acompanhada por todos”, afirmou.

Diário do Nordeste

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