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Número de negativados no Ceará caiu no mês de junho

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Em junho de 2024, o Ceará teve uma redução de 1,7% no número de negativados em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Enquanto o estado viu uma diminuição na quantidade de pessoas negativadas, o país registrou um aumento de 0,5%. Estes dados são do Indicador de Inadimplência de Pessoas Físicas do Ceará, elaborado pela FCDL-CE e SPC Brasil.

O mês anterior também mostrou uma queda no número de inadimplentes, contrastando com o cenário de 2023. Na época, a inadimplência alcançou 19,2% em agosto. Em se tratando de quantia, o valor médio das dívidas por pessoa negativada em junho de 2024 foi de R$ 4.216, um aumento em relação aos R$ 3.549 registrados em junho de 2023.

Dívidas

Apesar da redução no número de negativados, o total de dívidas em atraso aumentou. Cada pessoa negativada tem, em média, dívidas com 2,2 credores. A comparação entre junho de 2024 e junho de 2023 revela um crescimento de 2,1% no número de dívidas em atraso.

Esse aumento no número médio de dívidas reflete o crescimento do número total de dívidas, com cada débito representando um atraso entre um CPF e um CNPJ. Entre as dívidas negativadas, o setor bancário é o principal credor, com 60,4% do total. Em seguida, aparecem os setores de água e luz, com 16,6%, e o comércio, com 8,8%.

Vendas

Entre maio e junho de 2024, o Ceará viu um crescimento de 5,3% nas vendas do varejo ampliado, que engloba todas as categorias do comércio. Este aumento supera a média nacional, que registrou uma alta de 0,8%.

No acumulado de janeiro a maio, o varejo ampliado do Ceará cresceu 8,8%, novamente acima da média nacional. Com esse desempenho, as vendas de maio atingiram um recorde para o estado.

Para Freitas Cordeiro, presidente da Federação das CDLs do Ceará, é essencial entender os fatores que impulsionaram esses resultados positivos. “Vamos destacar que de janeiro a maio de 2024, um total de 23.700 vagas formais de emprego foram criadas, recuperando o poder de compra do consumidor. Outro fator positivo tem sido a queda no número de negativados, termômetro eficiente que nos oferece o SPC Brasil”, disse.

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