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André Figueiredo promete pedir na Justiça mandato de deputados que usarem carta de anuência

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Presidente nacional interino do PDT, o deputado federal cearense André Figueiredo prometeu que o partido irá requerer na Justiça o mandato de todos os parlamentares cearenses que tentarem usar a carta de anuência para sair da legenda por infidelidade partidária.

Na última quarta-feira (8), sob comando do agora presidente destituído do PDT Ceará, o senador Cid Gomes, o diretório do Estado concedeu o benefício a nove deputados estaduais titulares, cinco suplentes, quatro deputados federais e dois suplentes. Conforme mostrou o Diário do Nordeste, a ampla maioria dos deputados planeja acionar a Justiça para deixar o partido. 

Durante evento de apresentação da comissão provisória do partido, realizado na Câmara Municipal de Fortaleza, Figueiredo ressaltou que tais cartas são “nulas”, já que a Executiva Nacional do PDT derrubou a decisão do PDT Ceará.

“Qualquer parlamentar que tenha posse de um mandato dado pelo partido e pelo povo cearense, ele tem responsabilidade com o PDT, então nós requeremos o mandato dele já de imediato caso ele judicialize por infidelidade partidária”, reforçou Figueiredo.

Figueiredo também respondeu ao ataque feito por Cid Gomes a ele na última quinta-feira (9). O senador cearense disse que não há mais diálogo possível entre ele, Figueiredo e Carlos Lupi, ministro da Previdência Social do Governo Lula (PT). 

“Se o Lupi me ligar agora, eu não atendo, porque eu não o respeito mais. Se o André me ligar, eu não atendo, porque não o respeito mais. Eles não são democratas, eles não têm a menor noção do que é democracia”, disparou Cid.

Já Figueiredo disse que a recíproca não é verdadeira e ironizou a dificuldade de falar com Cid.

Figueiredo participou, ao lado do ex-ministro Ciro Gomes (PDT), da apresentação da nova comissão provisória do PDT Ceará, que irá comandar a sigla até o fim do ano.

Entre os pedetistas presentes estava o prefeito de Fortaleza, José Sarto, que evitou comentar sobre a crise interna no partido. 

“Eu creio que a discussão feita pelo partido é legítima e os dirigentes que devem fazê-la. Quando oportunamente vier o ano que vem, ‘quando fevereiro chegar, a saudade já não mata a gente'”, comentou.

Diário do Nordeste

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