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Mulher que nasceu sem braços e com pernas curtas aprende a dirigir

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Talli Osborne nasceu sem braços e com pernas curtas. Porém, aos 44 anos, ela está comemorando o fato de ter realizado o sonho de tirar sua carteira de motorista.

A canadense que vive nos EUA tirou o documento em Las Vegas (Nevada) depois de uma provação de sete anos arrastada pela pandemia de Covid-19, uma consulta obrigatória com um terapeuta ocupacional de US$ 1.000 (R$ 5.400) e um orçamento de quase US$ 100.000 (R$ 540 mil) para um Mini Cooper modificado de acordo com as suas necessidades, disse ela à CBC.

Talli declarou estar orgulhosa de si mesma por não desistir de seu objetivo.

“Se você realmente quer alcançar algo, você pode fazer isso, não importa qual seja o obstáculo”, afirmou ela.

Quando recebeu o orçamento para a adaptação do carro, Talli disse que “quase vomitou”.

“Se eu vender este carro, estou literalmente desistindo do sonho, e eu já cheguei até aqui. Tipo, eu tenho o carro dos meus sonhos. Então, continuei pagando por ele e pagando o seguro”, comentou.

A insistente canadense, então, recebeu uma ligação do Programa de Amputados Infantis da War Amps, que fornece assistência financeira a crianças amputadas para membros artificiais. O grupo disse que ajudaria a pagar pelas modificações.

“Eu quase chorei”, recordou ela.

As modificações no carro incluem um volante de 5 polegadas de diâmetro montado na porta esquerda com uma estrutura em formato copo que pode ser usado para girar o volante, com ajuda de uma prótese, pedais de acelerador e freio estendidos (por causa das pernas curtas) e uma tela sensível ao toque dos pés que Osborne usa para trocar de marcha e para setas e pisca-alerta.

O carro também é equipado com um cinto de segurança que Osborne pode colocar sozinha.

Assim que o carro ficou pronto, Osborne teve que enfrentar outro obstáculo: tirar sua carteira de motorista em Nevada, o que envolvia um atestado médico de um terapeuta ocupacional e formulários que exigiam detalhes sobre sua “doença”.

“Eu nasci assim, e nada vai mudar. Foi meio degradante para mim porque eu não estou doente. Foi tão nojento”, desabafou a canadense, que passou por cima do desconforto para realizar o sonho.

“Isso é algo muito positivo para um nível de independência e liberdade que muitas pessoas com deficiência não conseguem ter”, finalizou.

Extra

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