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Grupo de amigos pagou fiança de R$ 5,4 milhões para Daniel Alves, diz jornal espanhol

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O ex-jogador Daniel Alves pagou, na última segunda-feira (25), a fiança de R$ 5,4 milhões de reais (1 milhão de euros). Com isso, Daniel, condenado a quatro anos e meio de prisão por estupro, deixou o Centro Penitenciário Brians 2 e irá cumprir sua pena em liberdade provisória. Segundo o jornal catalão La Vanguardia, um grupo de amigos, incluindo um jogador em atividade, pagou a fiança do ex-atleta.

Conforme o jornal, o valor para a fiança foi conseguido por meio de empréstimos não bancários. Para assegurar o pagamento desse empréstimo, a advogada de Daniel, Inés Guardiola, usou os 6,8 milhões de euros (R$ 36,6 milhões) que o jogador tem a receber do Fisco espanhol como garantia.

Nas últimas semanas, o canal mexicano TUDN, chegou a informar que o atacante holandês Memphis Depay, do Atlético de Madrid, faz parte do grupo que auxiliou o ex-lateral. Os dois jogaram juntos no Barcelona, na temporada 2021/22. Procurado pelo ge, o advogado de Depay negou a informação e a classificou como “fake news”.

Segundo o jornal, o dinheiro para o pagamento da fiança não foi debitado do valor que o ex-atleta tem a receber da Fazenda da Espanha. Ele também não teria vindo de nenhum banco.

As primeiras informações, vindas do La Vanguardia, diziam que o responsável pelo pagamento da fiança seria o pai de Neymar. Porém, o empresário negou o envolvimento. Segundo o jornal, o pai de Neymar teria recuado após a má repercussão que o assunto teve no Brasil.

Apesar de possuir um patrimônio avaliado em cerca de 60 milhões de euros (R$ 324 milhões), Daniel não pode movimentar parte de seu dinheiro, devido uma disputa judicial no Brasil com a ex-esposa, Dinorah Santana. Com isso, Daniel precisou buscar outros meios para conseguir a quantia para sua soltura.

Durante o julgamento, Inés revelou que o atleta também teve valores bloqueados na Espanha, desde a acusação de estupro. A advogada também contou que o brasileiro possui uma dívida de 500 mil euros (R$ 2,7 milhões) com o Ministério da Fazenda espanhol e duas contas no país, sendo uma com 50 mil euros (R$ 272 mil) e outra com saldo negativo de 20 mil euros (R$ 109 mil).

No último dia 22 de fevereiro, mesma data em que Daniel foi condenado, a Justiça da Espanha decidiu que o brasileiro possui 1,2 milhão de euros (R$ 6,45 milhões) a receber do Fisco da Espanha

Daniel teria acionado a Receita Federal espanhola judicialmente, por discordar da tributação dos valores cobrados pelos serviços de intermediação do agente Joaquín Macanás, durante a renovação de contrato do ex-lateral com o Barcelona, entre 2013 e 2014. Segundo os advogados do brasileiro, o agente teria agido em nome do clube e não dele. 

Essa não foi a primeira vez que um caso parecido aconteceu. Em novembro do último ano, quando já estava detido preventivamente pelo crime de agressão sexual, a Fazenda espanhola foi condenada a pagar 3,4 milhões de euros (R$ 18,27 milhões) a Daniel, que teriam sido cobrados indevidamente.

Diário do Nordeste

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