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Nova Iguaçu vence o Vasco em pleno Maracanã e conquista vaga na final do Campeonato Carioca

Screenshot 2024-03-17 at 20-58-06 Nova Iguaçu vence o Vasco em pleno Maracanã e conquista vaga na final do Campeonato Carioca

Pela primeira vez, o Vasco não conseguiu cumprir uma promessa feita pelo técnico Ramón Diáz. Uma semana depois do argentino afirmar na coletiva após o jogo de ida que o cruz-maltino se classificaria para a final do Campeonato Carioca, o time foi derrotado por 1 a 0 para o Nova Iguaçu no Maracanã e deu adeus à competição.

Com o resultado histórico, a Laranja Mecânica da Baixada, que foi a segunda melhor equipe da Taça Guanabara, somente atrás do Flamengo, enfrentará justamente o rubro-negro na decisão da competição. Por conta da pausa para a data Fifa, o jogo de ida será daqui duas semanas, no dia 31 de março.

Apesar de precisar da vitória para conquistar a classificação, o Vasco não fez um bom primeiro tempo. Modificado em relação ao jogo de ida, sem o esquema com três zagueiros atrás, o time até conseguiu segurar o ímpeto ofensivo do Nova Iguaçu, mas não melhorou a produtividade do ataque e também não levou muito perigo ao gol do time da Baixada.

Já Carlos Vitor, que tinha Xandinho e Carlinhos, seus principais jogadores, descansados, uma vez que não atuaram contra o Inter, na quarta-feira, apostou nos contra-ataques. Bem postado defensivamente, o Nova Iguaçu até conseguiu quebrar as linhas de marcação do cruz-maltino e sair em velocidade, mas não caprichou no último passe e foi para o intervalo com o zero no placar.

— É um jogo muito truncado. A equipe deles é muito qualificada, tem bons jogadores. Infelizmente eles estão picotando muito o jogo, fazendo muitas faltas. Isso atrapalha um pouco o nosso jogo. Mas temos certeza que vamos ajeitar para voltar melhores para o segundo tempo — disse o zagueiro João Victor na saída para o intervalo.

Mas acontece que a crença do defensor não se tornou realidade. Com a mesma postura dos primeiros 45 minutos, o Vasco seguiu mal na volta para a segunda etapa, o que, aos poucos, foi minando a paciência da torcida cruz-maltina.

Já criticado em outras ocasiões, Praxedes, que, assim como o restante do time, fazia partida abaixo e acumulava erros de passes, foi o escolhido como “bode expiatório”. Os xingamentos e vaias dos vascaínos para o volante irritaram Ramón Diáz, que, em mais de uma oportunidade, gesticulou e deixou nítido o descontentamento com a atitude do considerável grupo de torcedores.

Para piorar a situação, depois de cinco minutos onde o Vasco ensaiou uma pressão, o Nova Iguaçu encaixou ótimo contra-ataque com o trio Xandinho, Carlinhos e Bill. Na cara do gol, o camisa 10 revelado pelo Flamengo finalizou colocado na saída de Léo Jardim para abrir o placar.

A partir daí, o que começou como um clima de festa no Maracanã se tornou um caldeirão de pressão para o Vasco até o fim da partida. Assim como no primeiro tempo, a equipe deixou o campo sob vaias e cantos de “time sem vergonha” dos torcedores.

Extra

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