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Ministério Público de Alagoas investiga altos gastos de prefeitura para show de Léo Santana

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O Ministério Público de Alagoas (MPAL) instaurou nesta sexta-feira (23) um procedimento preparatório de inquérito civil para investigar os altos custos de um show de Léo Santana em Viçosa. A apresentação foi contratada pela prefeitura do município para o próximo dia 8 de março. 

O principal fator para a ação do MP é o alto custo do cachê do artista, ponto destacado pelo promotor de Justiça Adriano Jorge Correia. Ele alegou que o valor chamou a atenção do órgão, que tenta garantir a aplicação correta de recursos públicos.

“O intuito é fiscalizar a aplicação dos recursos públicos, bem como verificar se existe alguma irregularidade ou, até mesmo, ilegalidade nos procedimentos licitatórios realizados pelo município”, afirmou o promotor ao jornal Extra.

O valor pago ao artista não foi revelado. No entanto, no último dia 18 de fevereiro, o baiano que tem 8 milhões de ouvintes mensais no Spotify, foi contratado para se apresentar em Embu das Artes, Grande São Paulo por R$ 620 mil

Na ocasião, o evento de celebração do aniversário de 65 anos da cidade foi cancelado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), a pedido do vereador de oposição Abidan Henrique (PSB), que alegou gastos excessivos com o show, ao mesmo tempo em que o município sofre com a carência de investimentos em áreas como saúde e infraestrutura.

Além dos R$ 620 mil, pagos antecipadamente pela apresentação, o contrato previa que a prefeitura organizasse e custeasse a montagem, estrutura, sonorização e iluminação do show, além de providenciar itens para o camarim de Léo Santana, como uma barca de comida japonesa, filé mignon, salmão grelhado, bolo de churros, bandejas de doces, gin, whisky, vinho tinto, refrigerante e energéticos.

O valor do cachê do cantor de Salvador varia, e já chegou a R$ 1 milhão em um evento do último Carnaval, segundo levantamento do Splash, da UOL. 

A ação do MP de Alagoas vai analisar ainda licitações de outras bandas e artistas, além de preparação e montagem da estrutura do evento, o que inclui gastos com palcos, arquibancadas e banheiros químicos. A ação visa estudar também as medidas de segurança adotadas para o evento. 

Diário do Nordeste

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