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Deputado estadual Carmelo Neto é o único cearense na comitiva de Bolsonaro para posse de Milei

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O deputado estadual Carmelo Neto (PL) é o único cearense na comitiva de Jair Bolsonaro (PL) para a posse de Javier Milei, eleito novo presidente da Argentina. Ao menos 30 deputados e senadores brasileiros aliados do ex-presidente viajam nesta quinta-feira (7) a Buenos Aires, capital do país, onde ocorrerá a cerimônia no próximo domingo (10). 

O atual presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, confirmou que não comparecerá. A informação foi divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República na terça-feira (5), informando que o Brasil será representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e por assessores.

Bolsonaro, que teve o passaporte apreendido em maio deste ano após autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou petição informando da viagem que faria para acompanhar a posse. A apreensão do documento ocorreu em operação sobre suposto esquema de falsificação de dados em cartões de vacinação.

Um dos aliados de Bolsonaro, o deputado estadual Carmelo Neto assumiu a presidência do PL no Ceará após desistir da pré-candidatura a prefeito de Fortaleza. Desde 2021, o partido representa o maior expoente da extrema-direita em solo brasileiro.

Na quarta-feira (6), Carmelo Neto se reuniu com Bolsonaro e com o presidente nacional da sigla, Valdemar da Costa Neto, para apresentar o planejamento estratégico do partido em território cearense para 2023. Segundo ele, o objetivo seria aumentar a participação do partido nos municípios e o fortalecimento das candidaturas majoritárias em todo o Estado. 

Candidato da extrema-direita no último pleito argentino, Javier Milei fez convite pessoal a Bolsonaro para presença na posse. O momento é visto como uma celebração da direita.

Milei integrou a coligação ‘La Libertad Avanza’ e venceu a disputa em segundo turno na Argentina no último dia 19 de novembro. Entre as propostas, consideradas de liberalismo extremo, ele garantiu que deve agir para redução drástica de subsídios e do aparato estatal.

Durante a campanha, ele declarou propostas como a saída do Mercosul, a dolarização da economia argentina e até o fechamento do Banco Central. Além disso, disse que não negociará com o governo brasileiro enquanto Lula for presidente. 

Diário do Nordeste

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