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Halleluya encerra edição de 25 anos com muito louvor e oração

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Mãos levantadas ao céu e cânticos de adoração a Deus foram as expressões mais comuns entre o público presente na noite deste domingo, 23, no encerramento do Festival Halleluya, que voltou a ser realizado presencialmente, após o período de distanciamento social causado pela pandemia de Covid-19. 

Muitas pessoas estavam acampadas no gramado do Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU) desde a última sexta-feira, 21, quando o festival teve início. Era o caso da adolescente Ana Cecília Freitas, de 19 anos, que montou uma barraca em frente ao palco principal e a dividiu com o namorado Guilherme Rocha, 21, e a pequena Cecília, de 10 anos, irmã do rapaz. Para a missa do domingo, os pais de Guilherme acompanharam os jovens na celebração. 

“O sábado foi muito legal, fomos dormir mais de duas da manhã. Passamos nas barraquinhas de comida e depois fomos para a área de esporte radicais, foi bem legal. Muitas pessoas acham que por ser um evento religioso, tudo tem que ser bem sério, mas não é assim. Tem hora de oração, mas também de lazer”, descreveu Ana Cecília, que mora no bairro Granja Lisboa e tem o costume de ir ao Halleluya desde criança. 

Enquanto a Santa Missa era celebrada, o stand do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce) estava esvaziado, o que nem de longe era motivo de tristeza, já que a instituição calculou ter conseguido bater a meta de doações da última edição presencial do festival, realizada em 2019, quando 1.100 pessoas compareceram para a coleta de sangue na tenda.

“Do início do Halleluya até o sábado, 22, 792 pessoas passaram por aqui para fazer essa boa ação. Nossa parceria com o festival se mantém desde o ano de 2003, quando o evento ainda feito era no Parque do Cocó. Ou seja, desses 25 anos de história, temos 23 anos de parceria, o que nos alegra muito”, destaca Nágela Lima, coordenadora de captação de doadores do Hemoce. 

De acordo com a gestora do banco de sangue, os estoques do Hemoce estão normais, mas é essencial que não só os parâmetros sejam mantidos, quando o público busque o órgão para realizar o cadastro de doação de medula óssea.

“A solidariedade é um compromisso do Halleluya desde sempre, e não só relacionado à doação de sangue. Há também bazares, captação de alimentos para doação e uma série de outras ações que visam o bem-estar do próximo, e isso é muito especial”, completa. 

Após a missa celebrada pelo padre Silvio Scopel, missionário da Comunidade Católica Shalom na Arquidiocese de Fortaleza, e a Sagrada Comunhão, o público pode conferir o show da irmã Kelly Patrícia, que antes mesmo de subir ao palco já estava na plateia fazendo gravações e postando nas redes sociais. A religiosa tem quase dois milhões de seguidores.

O Festival Halleluya é um evento anual da Comunidade Católica Shalom e tem a proposta de oferecer ao público música, diversão e espiritualidade por meio das diversas atividades e serviços.

O Povo

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