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Copa do Mundo Feminina: 5 curiosidades que talvez você não saiba

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A Copa do Mundo Feminina de 2023 já chegou quebrando recordes. Seja o número inédito de países participantes, ou o maior prêmio em dinheiro de todas as edições anteriores, o Mundial promete entrar na história do futebol.

A escolha de dois países para sediar o evento, Austrália e Nova Zelândia, também foi uma decisão nova. Desde 1991, ano do primeiro torneio feminino, a posição de anfitrião não era dividida.

Copa do Mundo Feminina 2023: cinco curiosidades sobre o evento

Além de co-anfitriões e recorde de participantes, veja a seleção de cinco fatos sobre a nona edição do Mundial.

1. Primeira vitória da Nova Zelândia

Antes de sua partida contra a Noruega, com a vitória neozelandesa por 1 a 0, a Nova Zelândia nunca havia ganhado outros jogos. A conquista inédita aconteceu na abertura da Copa do Mundo Feminina, no dia 20 de julho.

Das oito edições, as neozelandesas participaram de cinco (1991, 2007, 2011, 2015 e 2019), com 12 derrotas e três empates.

2. Maior Copa, maior prêmio

A Copa do Mundo Feminina 2023 possui o maior formato do Mundial, superando suas edições anteriores, inclusive a fundação, em 1991. O torneio seguirá a configuração de sua contrapartida masculina.

Com um número inédito de 32 seleções competindo pelo topo do pódio, o Mundial receberá 150 milhões de dólares em prêmios em dinheiro. O aumento é de 300% em relação a 2019 (30 milhões de dólares), mas abaixo do investimento de 440 milhões de dólares na Copa masculina.

3. País-sede já venceu? Só uma vez!

Desde o primeiro torneio, em 1991, sediar a Copa Feminina não é sinônimo de vitória. Entre as oito edições anteriores, apenas um país alcançou o feito — os Estados Unidos — chegando ao primeiro lugar em 1999.

Apesar das probabilidades, Nova Zelândia e Austrália tiveram estreias positivas no evento, vencendo as primeiras partidas na fase de grupos.

4. Estreia de oito equipes no Mundial

A Copa Feminina de 2023 também abrirá espaço para novas competidoras, com a presença de oito grupos estreantes — Panamá, Haiti, Zâmbia, Marrocos, Filipinas, Irlanda, Vietnã e Portugal.

A Irlanda enfrentou a co-anfitriã Austrália no primeiro dia do Mundial, 20 de julho, mas não teve um saldo positivo. As irlandesas perderam para as australianas, com um gol de Steph Catley selando a derrota de 1 a 0.

5. Coreia do Sul tem jogadora mais nova da nona edição

A futebolista mais nova da Copa Feminina é atacante, tem 16 anos de idade e joga pela Coreia do Sul. Casey Phair é filha de um estadunidense com uma sul-coreana e se tornou a primeira jogadora de futebol multirracial nomeada para defender a equipe da Coreia do Sul.

O Povo

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