As lideranças estaduais do PT abrem caminhos para a conquista, em 2024, de, pelo menos, um terço das prefeituras do Ceará e, nessa quarta-feira, a sigla ganhou mais uma filiada: a prefeita da pequena cidade de Jati, Mônica Mariano, anunciou que está trocando o PSD pelo PT.
Sob a liderança do senador e Ministro da Educação, Camilo Santana, o PT caminha para se tornar a legenda com o maior número de prefeituras. Em 2020, a sigla elegeu 18 prefeitos e, no ano passado, atraiu outros 12 gestores municipais.
Entre janeiro e agosto deste ano, três prefeitos – Flávio Teixeira Filho, de Amontada, Tiago Ribeiro, de Cascavel, e Cícero Figueiredo, de Milagres, também, desembarcaram no PT.
A expectativa é de que, nas próximas semanas, a sigla receba as adesões do prefeito de São Gonçalo do Amarante, Marcelo Teles, da prefeita de Icó, Laís Nunes, e do prefeito de Tarrafas, Tertuliano Araújo.
A migração de prefeitos para o PT registra baixas em outras siglas, principalmente, no PDT e PSD. A debandada de prefeitos filiados ao PDT em direção ao PT só não tem sido mais intensa porque os articuladores políticos do Palácio da Abolição não querem criar conflitos com os pedetistas que, hoje, mesmo com o partido dividido, estão como aliados do Governo Elmano.
O PSD, sob a liderança do ex-vice-governador Domingos Filho, sofre, também baixas e tende a perder outros gestores que foram eleitos, em 2020, pela sigla. O ritmo de adesões pode levar o PT a encerrar o ano de 2023 com mais de 50 prefeitos, sedimentando, assim, a articulação para conquistar um terço das prefeituras do Ceará em 2024.
Ceará Agora



