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Promotora de empresa de apostas vai à Justiça após ser apalpada por clientes e a companhia não tomar providência

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Uma gerente contratada para promover a empresa de apostas PointsBet-USA foi à Justiça em Nova York (EUA) após uma série de abusos sofridos por ela. No processo, Caroline Weeks, de 25 anos, diz ter sido apalpada, assediada e recebido propostas para sexo de clientes da companhia durante eventos para promover o negócio, que envolve apostas nas maiores ligas esportivas americanas, como a NBA, a MLB e a NFL. Segundo Caroline, apesar das reclamações, a direção da PointsBet não tomou qualquer providência contra os clientes e para prevenir que casos semelhantes ocorressem.

Após um episódio num cassino em Atlantic City (EUA), Caroline decidiu procurar a Justiça. Ela afirma ter sido tocada de forma inapropriada por um cliente embriagado da PointsBet, que a perseguiu por cerca de uma hora até que a polícia interveio.

“Eu desabei naquela noite”, disse ela ao “NY Post”. “Eu me senti completamente sozinha naquele momento e minha privacidade foi completamente ignorada. É assustador quando você está lidando com homens intoxicados que são muito maiores e mais velhos que você. As pessoas que não entendem a palavra ‘não’ são perigosas”, desabafou ela, que pediu demissão após 10 meses de trabalho por causa da “inércia” dos seus superiores.

Os incidentes foram muitos. Um cliente a agarrou e tentou beijar Caroline depois de um jantar de negócios, de acordo com detalhes do processo. O homem então conseguiu o endereço residencial dela “e lhe enviou uma dúzia de rosas, em uma tentativa indesejada e assustadora de um gesto romântico”. Em evento com golfistas e potenciais apostadores, um homem declarou: “Se eu acertar a bola no buraco, Caroline me fará sexo oral”.

Caroline foi contratada como gerente sênior de desenvolvimento de jogadores da PointsBet em janeiro de 2022, e afirma que os clientes imediatamente começaram a procurá-la, pedindo para tirar selfies com ela e fazendo comentários como: “Você conseguiu este emprego porque é gostosa” e “Então, você é como a nova Paige Spiranac” (em referência a um jogadora de golfe, igualmente loira, que também se tornou modelo e que um fenômeno nas redes sociais, com 4 milhões de seguidores no Instagram).

“Paige opta por monetizar sua imagem, sua personalidade e seu corpo. Entendo. Eu, porém, tenho um trabalho completamente diferente. Eu não estava lá para ser uma garota-propaganda glamourizada para o trabalho, eu estava lá para fazer um trabalho e fazê-lo profissionalmente. Meu trabalho não era flertar com os clientes”, argumentou a americana, que está pedindo indenização. O valor não foi divulgado.

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