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Presidente do PDT Fortaleza, Roberto Cláudio diz que saída de Evandro é ‘teatro montado’

Ex-prefeito de Fortaleza é do grupo que defende candidatura de reeleição de Sarto e tem sido resistente a integrar base de apoio a Elmano
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Presidente do PDT Fortaleza, Roberto Cláudio falou, nesta quarta-feira (30), a respeito da saída do presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Evandro Leitão, do partido. Segundo ele, há um “teatro montado” para o desembarque. “É de muito mau gosto e subestima a inteligência do nosso povo”, acrescentou. 

Evandro Leitão anunciou a desfiliação do PDT nesta terça-feira (29), após o diretório estadual do partido, sob comando temporário do senador Cid Gomes (PDT), conceder a carta de anuência a ele na última sexta-feira (25). 

Apesar da permissão do PDT Ceará, no entanto, o mandato de Evandro como deputado estadual deve ser questionado judicialmente caso ele formalize a desfiliação, segundo informaram os dirigentes nacionais do PDT. Na terça, conforme informou o colunista Inácio Aguiar, a Justiça negou pedido feito pelo presidente nacional do PDT, André Figueiredo, para anular a carta de anuência concedida pelo diretório estadual. 

Ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio criticou a movimentação de Evandro Leitão para sair do partido. “Quem acha que o ‘poder’ pode e consegue tudo, inclusive convencer o povo, por mais surreal que seja a narrativa, muitas vezes ‘quebra a cara’!”, escreveu. 

Roberto Cláudio e Evandro Leitão faziam parte de grupos divergentes desde a pré-campanha eleitoral de 2022. Um dos pré-candidatos do PDT ao Governo do Ceará, Leitão retirou a postulação para apoiar a então governadora Izolda Cela (sem partido), que pleiteava a candidatura à reeleição. 

Contudo, ela acabou derrotada na disputa interna do PDT, quando Roberto Cláudio foi escolhido como candidato do partido ao Palácio da Abolição — o que levou a ruptura entre PDT e PT e, na sequência, à candidatura de Elmano de Freitas (PT), que acabou vitoriosa ainda no primeiro turno da eleição. 

Segundo Evandro, teria sido ainda na campanha eleitoral que teria iniciado a “perseguição” a ele dentro do PDT — motivo pelo qual optou pela saída da legenda.

Em nota, divulgada nesta terça-feira, André Figueiredo negou quaisquer perseguição e disse que a “nenhum parlamentar, seja federal ou estadual, foi deixado de oferecer recursos do Fundo Eleitoral em 2022, dentro das normas estabelecidas em Resolução Nacional”.

Diário do Nordeste

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