Para preencher quase oito mil vagas abertas no serviço público do Poder Executivo Federal, o governo deverá aplicar uma prova única em todo o País no próximo ano. A proposta, apresentada nessa sexta-feira (25), é de José Celso Cardoso Jr., secretário de Gestão de Pessoas do Ministério da Gestão.
Os órgãos autorizados a realizarem concursos públicos poderão aderir voluntariamente ao Concurso Nacional Unificado. Caso isso aconteça, de acordo com informações da Agência Brasil, a previsão é de que o edital da seleção única seja publicado até dezembro deste ano, com as provas sendo aplicadas em 25 de fevereiro de 2024.
Com 7.826 vagas agrupadas em oito diferentes blocos temáticos, o concurso unificado deverá aplicar, simultaneamente, provas em cerca de 180 cidades espalhadas pelo país.
Ao realizarem o teste, os candidatos deverão enfrentar dois tipos de questões: objetivas, com matriz comum a todos os participantes, e dissertativas, que abordarão os temas explorados nos blocos temáticos.
A organização da prova será responsabilidade de uma coordenação-geral formada pelo Ministério da Gestão e da Inovação, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), pelo Instituto de Pesquisa Econômico Aplicada (Ipea), pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e pela Advocacia Geral da União (AGU). Comissões setoriais de cada órgão envolvido também deverão integrar a equipe de planejamento.
Seguindo as previsões, os resultados gerais da primeira fase devem ser divulgados até o final de abril, e os cursos de formação devem começar no meio do ano que vem, entre junho e julho.
Diário do Nordeste



