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Lula deve fazer reforma ministerial até março, mas diz que ‘não tem pressa

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estaria pretendendo fazer uma reforma ministerial em etapas. A primeira fase das mudanças vai acontecer em gabinetes do Palácio do Planalto até o começo de março, antes do Carnaval.

Dentre os nomes cotados, está a deputada Gleisi Hoffmann (PT) para Secretaria-Geral do Planalto, que substituiria o ministro Márcio Macêdo. O presidente também deve deslocar o atual ministro Alexandre Padilha para o Ministério da Saúde, no lugar de Nísia Trindade.

Apesar das especulações, Padilha, que atualmente comanda a Secretaria de Relações Institucionais, negou que Lula esteja planejando mudanças no alto escalão do governo. A declaração foi feita ao jornal Estado de S. Paulo, na última segunda-feira (3). 

No entanto, segundo a reportagem, outro nome está sendo cotado para a pasta da Saúde, o do ex-ministro Arthur Chioro.

Na segunda fase da reforma, Lula se concentraria em pastas ocupadas por políticos do PT. São elas: Ministério das Mulheres; Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

De acordo ainda com  a reportagem o deputado José Guimarães (PT-CE) estaria cotado para a Secretaria de Relações Institucionais, concorrendo com o senador Jaques Wagner (PT-BA).

Já na terceira fase, o presidente pode alterar a lideranças e pastas ocupadas por partidos aliados, como PSB E PSD. Dentre elas, a mais cobiçada pelo Centrão é a da Agricultura, cuja hipótese sugere que Arthur Lira (PP) assuma o cargo.

Lula afirma que “não tem pressa” para mudar

Em uma entrevista para uma rádio de Minas Gerais, na última terça-feira (4), Lula chegou a dizer que “não tem pressa” para anunciar uma reforma nos ministérios. “Não tenho pressa, não tenho data, e, sim, e vou fazer ajustes quando eu achar necessário fazer ajustes”, declarou.

Até o momento, o presidente apenas trocou o comando da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), quando substituiu Paulo Pimenta por Sidônio Palmeira, no início de janeiro.

DN

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