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Ex-fumantes podem levar mais de 25 anos para que risco de doenças cardiovasculares desapareça, diz estudo

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Um estudo feito por pesquisadores da Coreia do Sul e publicado na revista “Jama” (Journal of the American Medical Association), na sexta-feira, 1º, apontou que um fumante pode levar mais de 25 anos para que os riscos de doenças cardiovasculares, como infarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral), se igualem aos de uma pessoa que nunca fumou.

A pesquisa foi feita com base na análise de dados de saúde coletados de 5.391.231 de pessoas da Coreia do Sul entre 2006 e 2019. A maior parte das pessoas observadas eram homens com uma idade média de 45,8 anos. Ainda, foram obtidas informações de quantos anos tinham os pacientes quando começaram a fumar, quantos cigarros fumavam por dia e quando pararam.

No estudo, foram considerados como ex-fumantes “pesados” indivíduos que fumaram mais de oito anos-maço, ou seja, 20 maços por dia durante oito anos. Conforme a pesquisa, esses pacientes possuem um risco de doenças cardiovasculares equivalente ao de pessoas que continuam fumando.

De acordo com a análise dos pesquisadores, os riscos de AVC ou infarto em um ex-fumante “pesado” só desaparecem em mais de 25 anos.

Em comparação, ex-fumantes “leves”, os que fumaram menos de oito anos-maço, conseguem equiparar as chances de desenvolver doenças cardiovasculares com as de uma pessoa que nunca fumou pouco após largarem o vício.

Revista Planeta

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