O chocolate 70% com cupuaçu da marca cearense MOA Chocolates, lançada em 2020, levou ouro em concurso internacional, na avaliação de produtos da América. Ainda alcançou distinção especial na categoria Bioma, com pontuação de 90,7 (de 0 a 100).
Agora, Giovanna Mondardo, proprietária da MOA e chocolate maker, prepara-se para concorrer com todas as marcas do mundo na próxima etapa do International Chocolate Awards, que teve o resultado desta fase divulgado no último sábado, 9, em Nova York, de forma online.
Para concorrer, a empresária se inscreveu. O prêmio máximo foi adquirido na categoria de dark chocolate, o que significa que a comparação foi realizada com outros produtos considerados intensos com inclusões.
“A gente recebe um selo para ser colocado na nossa embalagem, então, como é um prêmio conhecido mundialmente, esse selo vai ficar sempre na nossa embalagem para a pessoa saber que aquele chocolate já foi premiado mundialmente”, complementa.
Segundo Giovanna descreve, o chocolate campeão das Américas é feito com alto teor de cacau, com poucos ingredientes, sem glúten, sem aditivos, conservantes, aromatizantes e emulsificantes.
A proposta da marca é ser bean to bar, que vai do grão à barra. Mas o movimento vai além e foca em trabalhar a conscientização para toda cadeia produtiva, que valoriza os pequenos produtores, e enaltece a preservação das florestas.
Apesar de ser cearense, a MOA tem raízes paraenses, pois utilizam grãos de cacau de origem amazônica, de uma comunidade nipônica no interior do Pará.
Ao todo, a empreendedora detalha que a produção da empresa chega a 300 quilos (kg) de chocolate por mês. “A MOA está presente em diversos locais, como restaurantes, confeitarias. Um exemplo é o restaurante Mangue Azul”, diz.
O Povo



