A juíza eleitoral Ana Lúcia Todeschini Martinez, do interior do Rio Grande do Sul, entendeu que, por conta da utilização maciça de bandeiras do Brasil por grupos ligados ao presidente Jair Bolsonaro (PL), neste ano de 2022 o símbolo poderia ser caracterizado como de elemento campanha.
Dessa forma, a bandeira brasileira deveria seguir as mesmas regras de bandeiras partidárias, ou seja, não podem ficar em uma estrutura fixa e não podem também ficar durante todo o dia. Há sempre uma limitação de horário. O entendimento está causando uma repercussão muito grande, principalmente no interior do Brasil.
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