Para o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, o ambiente de “lacração, cancelamento e grosseria” não é exclusividade dos bolsonaristas. O gabinete do ódio, geralmente, é criado para atacar adversários, promover ataque aos veículos de imprensa (jornais, rádio, TV etc.) e estimular a polarização e o acirramento do debate.
A organização utiliza essa estrutura para atacar de forma anônima diversas pessoas ( políticos, empresários, ministros do STF, integrantes do próprio governo, ou quem ouse discordar do pensamento do grupo). Para Ciro Gomes, “Lula fica posando de bonzinho, mas a canalhice, a falta de respeito, a falta de escrúpulo, os insultos, as agressões, são tão graves quanto aquelas que Bolsonaro promove.”
Ele ainda completa: “O ambiente de lacração, de cancelamento, de grosseria, de violência política, não é só o Bolsonaro que promove”, afirmou na última sexta-feira (29). Para Ciro Gomes, o comportamento da militância do “gabinete de ódio do PT e do Lula é um dos mais fascistas e execráveis do Brasil”, diz Ciro.
Revista Ceará




