Os atacantes Vitor Gabriel e Nicolas falaram em entrevista coletiva nesta terça-feira (30), em Porangabuçu. Os dois jogadores esclareceram possível clima tenso entre eles por briga na titularidade no time do Ceará. No duelo contra o Novorizontino, os dois não se cumprimentaram durante a substituição, à beira do campo. Nicolas começou esclarecendo que a coletiva foi um pedido deles.
“Saí incomodado por alguns fatores. Pelo fato de estarmos perdendo, por eu não estar fazendo o que eu queria pela equipe… E ali, na hora da substituição, acabei que por um descuido meu… Acho que foi um erro meu não ter cumprimentado o Vitor. Mas se eu não quisesse cumprimentá-lo, eu teria saído pelo outro lado do campo. As pessoas criam uma tempestade no copo d’água. O nosso grupo é unido, bem comprometido com a causa. Esse tipo de situação não vai mais acontecer porque nossa relação é boa”, completou o jogador.
Vitor Gabriel também falou sobre o tema. O jogador também citou que a briga por posição no time é normal. Ele também enfatizou que as publicações feitas por ele na rede social não têm ligação com situações internas no elenco do Alvinegro.
A entrevista coletiva também teve a presença surpresa de outros atletas. Aparecerem Erick, Luvannor e Caíque Gonçalves. Em clima de brincadeira, os colegas pediram um abraço entre Vitor e Nicolas, pedido prontamente atendido. O camisa 9 falou sobre a possibilidade da dupla jogar junta no ataque alvinegro.
“A gente tem perfis parecidos em questão de retenção de bola, de disputa de bolas, de ser dois atletas que brigam muito. Não existe bola perdida… Eu tenho acompanhado o Vitor, a gente presta atenção. Então, isso seria realmente um problema pro Barroca. Em campo, a gente daria nosso melhor. Tentando contribuir tanto com gol, com assistência, com recomposição defensiva… Ano passado vivi muito essa experiência de ter jogado com dois noves. Eu acho que tem condição, sim”, finalizou.
DN


