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Temor de violência nas escolas atinge 90% dos brasileiros, aponta DataSenado

Marcelo Camargo/Agência Brasil
Marcelo Camargo/Agência Brasil

O percentual de brasileiros que temem que seus filhos ou pessoas próximas sofram algum tipo de violência no ambiente escolar é de 90%. E 76% temem casos de violência nas ruas das cidades brasileiras. Os dados foram apresentados pelo Instituto DataSenado em audiência pública da Comissão de Educação do Senado nesta terça-feira (4).

A diretora da Secretaria de Transparência do Senado, Elga Mara Lopes, informou que a pesquisa ouviu 2.068 pessoas por telefone, de todas as regiões, classes sociais e faixas etárias, com base em metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As consultas foram feitas nos dias 9 e 10 de maio, a pedido do presidente da Comissão, senador Flávio Arns (PSB-PR).

A pesquisa mostra ainda que 32% dos brasileiros receberam vídeos ou mensagens com ameaças de violência nas escolas nos últimos meses. 

Contradição
Entre os entrevistadas, 11% relataram que eles ou pessoas próximas sofreram violência escolar nos últimos 12 meses. Pela estatística, o instituto projeta que cerca de 6,7 milhões de brasileiros foram diretamente atingidos pela violência escolar.

A pesquisa também revela que 22% dos entrevistados sofreram violência no ambiente escolar, em algum momento da vida. E 36% relataram ter sofrido bullying em escolas, um dado que mostra que uma parcela expressiva da população ainda não relaciona o ato de agressão ou intimidação com violência. “Algo contraditório”, segundo a chefe de Pesquisa do DataSenado, Isabela Campos, que também participou da audiência.

Polícia
A grande maioria dos entrevistados (92%) defende a presença de profissionais de segurança nas escolas. Para 35%, os policiais devem atuar dentro das instituições de ensino; para 31%, nas portas das escolas; e para 27% deve haver “patrulhas constantes” nos bairros escolares. 

Para 91%, é “muito importante” discutir saúde mental e ter profissionais de assistência social nas escolas. Além disso, 89% consideram “muito importante” a reforma dos prédios escolares.

Internet
A pesquisa também serviu para subsidiar o PL 2.628/2022, que trata da proteção de crianças e adolescentes nos ambientes digitais. Para 68% das pessoas que participaram da enquete, somente a partir dos 12 anos de idade deveria ser permitido aos jovens ter alguma conta em rede social. E para 25%, a idade deveria subir para 18 anos.

Fonte: Agência Senado

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