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Seleção Brasileira termina 2023 com mais derrotas do que vitórias

Seleção Brasileira termina 2023 com mais derrotas do que vitórias

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A Seleção Brasileira não perdia tantas vezes em um único ano desde 2001. Naquela oportunidade foram oito derrotas, contra cinco em 2023. Mas 22 anos atrás o Brasil jogou bem mais vezes: 20, contra nove nesta temporada.

O pós Copa do Mundo do Catar de 2022, que teve a Seleção eliminada nas quartas de final para a Croácia, viu o fim da era Tite, que após seis anos e dois Mundiais encerrou seu vínculo. O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, colocou como interino para comandar o Brasil no primeiro semestre Ramon Menezes, treinador das seleções de base, enquanto buscava o sucessor de Tite. Não deu certo.

Em março, o Brasil perdeu para Marrocos, semifinalista no Catar, por 2 a 1. Em junho, bateu Guiné por 4 a 1 jogando todo de preto, em campanha contra o racismo, mas depois levou 4 a 2 de Senegal. Nesse meio tempo, Ednaldo vazou à imprensa que negociava com Carlo Ancelotti, técnico do Real Madrid, para que ele assumisse em junho de 2024.

Era Diniz

Como Ramon não poderia ficar como interino até lá, a CBF acertou com Fernando Diniz um acordo até meados de 2024, mas com um detalhe: ele continuaria com seu trabalho no Fluminense. Na Seleção não deu certo.

Diniz até começou vencendo pelas Eliminatórias, com um 5 a 1 diante da Bolívia, em Belém, e 1 a 0 sobre o Peru, em Lima. Mas o trabalho depois desandou, apesar do apoio dos atletas. Eles admitiram alguma dificuldade em assimilar em poucos dias de treino o estilo do treinador, mas elogiaram o trabalho.

O Brasil vai para 2024 na sexta colocação das Eliminatórias, com apenas sete pontos. Como a Copa de 2026 terá 48 participantes, essa posição classificaria diretamente ao Mundial. Mas é o limite, pois o sétimo jogará uma repescagem mundial em março de 2026.

Em 7 de dezembro, Ednaldo Rodrigues foi afastado da presidência da CBF por decisão judicial e uma eleição deve ocorrer até 25 de janeiro de 2024. Na semana passada, Ancelotti anunciou a renovação com o Real Madrid até 2026, ou seja, não vai assumir a Seleção. O novo presidente terá que decidir se mantém Diniz ou procura um novo comandante.

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