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População brasileira cresceu 6,5% em 12 anos, segundo o IBGE

Avenida-Paulista

O número de pessoas que moram no Brasil cresceu 6,5% em 12 anos, entre 2010 e o ano passado. O Censo Demográfico 2022 foi calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado nesta quarta-feira (28). Nesse período, o País passou a ter mais de 12,3 milhões de cidadãos.

Conforme os dados, a maior parte da população segue concentrada em São Paulo, que detém 21,88% dos residentes. O segundo maior bloco de moradores brasileiros está em Minas Gerais (10,11%), seguido pelo Rio de Janeiro (7,91%), pela Bahia (6,96%) e pelo Paraná (5,64%). O Ceará aparece em oitavo lugar no ranking de residentes, com 4,33%.

No que diz respeito apenas às cidades, a capital cearense, Fortaleza, é a quarta mais populosa do Brasil, com uma quantidade de residentes estimada em 2.428.678, segundo o IBGE, embora tenha perdido 1% de seus moradores na última década — cerca de 23,5 mil pessoas, o equivalente a menos da metade da capacidade do estádio Castelão.

Veja os municípios com as maiores populações residentes*

  1. São Paulo: 11.451.245 (+1,8%)
  2. Rio de Janeiro: 6.211.423 (-1,7%)
  3. Brasília: 2.817.068 (+9,6%)
  4. Fortaleza: 2.428.678 (-1%)
  5. Salvador: 2.418.005 (-9,6%)

*Os percentuais são a variação da população em cada município entre 2010 e 2022.

O IBGE também catalogou os municípios que relativamente mais incharam e os que mais perderam moradores.

No ranking de maiores variações populacionais relativas positivas, estão, em ordem decrescente: Senador Canedo, em Goiás (+84,3%); Fazenda Rio Grande, no Paraná (+82,3%); Luís Eduardo Magalhães, na Bahia (+79,5%); Sinop, em Mato Grosso (+73,4%), e Parauapebas, no Pará (+73,1%).

Já no ranking de maiores variações populacionais relativas negativas, ou seja, que perderam residentes, estão, também em ordem decrescente: São Gonçalo, no Rio de Janeiro (-10,3%); Salvador, na Bahia (-9,6%); Itabuna, também na Bahia (-8,8%); Maranguape, no Ceará (-7,5%), e Olinda, em Pernambuco (-7,4%).

Para esse estudo, o IBGE fez mais de 68,6 milhões de entrevistas presenciais, aplicou mais de 362,5 mil questionários online e fez mais de 412,7 mil entrevistas por telefone.

Cerca de um milhão de domicílios se recusaram a responder aos agentes do instituto de pesquisa.

O censo brasileiro adota o conceito de população residente a população em seu local de residência habitual, considerando todos os moradores dos domicílios particulares e coletivos, na data de referência.

Os dados começaram a ser coletados entre a meia-noite do dia 31 de julho e o dia 1º de agosto do ano passado. Portanto, de acordo com este critério, as pessoas nascidas após esta data não foram incluídas no Censo  2022, pois não faziam parte do conjunto de moradores do domicílio na data de referência. Já as pessoas falecidas após esta data foram incluídas, pois eram moradoras do domicílio na data de referência”, explicou o órgão. 

Diário do Nordeste

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