De Segunda a Sexta – 06h às 07h

FM Maior 93.3

Ouça ao vivo

De Segunda a Sexta – 06h às 07h

justiça

PF cumpre 34 mandados em nova fase da investigação de envolvidos nos atos de 8 de janeiro

WhatsApp Image 2024-02-29 at 11.41.43

A Polícia Federal (PF) cumpre 34 mandados nesta quinta-feira (29), incluindo três de prisão preventiva, em nova fase da operação que investiga envolvidos nos atos golpistas do dia 8 de janeiro do ano passado, nas sedes dos Três Poderes, em Brasília.

São, ao todo, 24 mandados de busca e apreensão, três de prisão preventiva e sete de monitoramento eletrônico, detalhou a PF, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações ocorrem no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Espírito Santo e Distrito Federal.

Os nomes dos alvos com mandados de prisão preventiva não foram divulgados pela Polícia. No entanto, segundo o G1, a TV Globo apurou que entre os investigados estão os empresários Joveci Xavier de Andrade e Adauto Lúcio Mesquita, sócios da rede Melhor Atacadista, que já foram apontados como financiadores de acampamento bolsonarista em frente a um quartel-general do Exército.

Joveci foi ouvido na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos da Câmara Legislativa do DF, mas negou ter participado dos ataques. Ele, no entanto, admitiu ter estado no local no momento da depredação do Congresso, do STF e do Palácio do Planalto.

Em nota publicada pelo G1, a defesa dos sócios diz que não teve acesso à decisão judicial e que “os investigados veem agora a oportunidade de elucidar completamente as questões em aberto”. “Eles reiteram seu compromisso com a democracia, o Estado de Direito, o respeito às instituições, ao processo eleitoral, ao Ministério Público e ao Judiciário, com especial ênfase na sua instância máxima, o Supremo Tribunal Federal”, disseram os advogados.

De acordo com a PF, os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido. A Justiça também determinou a indisponibilidade de bens, ativos e valores dos investigados.

Estima-se que os danos causados ao patrimônio público nos atos do 8 de janeiro possam chegar a um montante de R$ 40 milhões.

Diário do Nordeste

Compartilhe essa notícia:

Busca

Outras notícias

Mais lidas

Programa do Rochinha
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.