Reportagem publicada na edição desta quarta-feira (27) do Estado de S. Paulo revela que grande parte das prefeituras vai entrar em 2024, ano eleitoral, no vermelho. Com rombos crescentes nas contas municipais, muitos prefeitos podem desistir da
reeleição e quase todos deixarão aos sucessores dívidas e demandas não atendidas da população.
Segundo o Banco Central, o rombo dos municípios chegou a R$ 10,9 bilhões em 12 meses, até outubro, enquanto os Estados tiveram superávit de R$ 7,2 bilhões.
Para o Observatório de Informações Municipais, a crise decorre de uma “tempestade perfeita”, causada pela alta de gastos com saúde e educação, por perdas com transferências da União e repasses do ICMS e pelos reajustes para servidores.



