Após ter uma saída envolvida em diversas polêmicas com o Flamengo, a principal contratação do Fortaleza na janela de transferências do meio do ano, o atacante Marinho foi apresentado nesta sexta-feira (7).
Para o ponta-direita, o período em que ficou no Rubro-Negro não foi um dos melhores da carreira, mas ele acredita que conseguiu entregar números interessantes para a quantidade de oportunidades que teve.
O novo camisa 15 do Leão afirmou que já conversou com o técnico Juan Pablo Vojvoda sobre sua posição preferida no esquema de jogo.
“O professor perguntou algumas coisas para mim e respondi para ele que gosto de jogar na ponta-direita, onde sempre me senti bem e onde sempre fui feliz nos clubes que passei. Já deixei a dica para ele”, disse o atacante.
Quando anunciado, o jogador foi visto como possível substituto de Moisés, mas o agora atacante do Cruz Azul atuava pela ponta esquerda no Tricolor. O presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, havia afirmado, em entrevista à rádio Verdes Mares, que o novo reforço poderia jogar dos dois lados.
“O Marinho joga mais pela direita, o Moisés joga na esquerda, mas a forma de jogar pode mudar. O Marinho pode ser a reposição do Moisés. Você pode deslocar alguém para o outro lado. Tem outras formas de montar o time. Mas não estou fechando a porta para que possa vir outro atacante jogando pelos lados”, afirmou.
Apesar de apontar o lado onde gosta mais de jogar, Marinho citou que já jogou em outros espaços do campo por outras equipes e admitiu que pode fazer o mesmo, caso Vojvoda precisar. “Já joguei em posições que nunca fiz, mas sempre coloquei o clube à frente do meu eu. Às vezes eu não gostava de jogar na posição, mas me coloquei à disposição”, relatou.
Questionado sobre a condição para jogar domingo (9), contra o Athletico-PR, no Castelão, Marinho não fugiu da responsabilidade. “Tenho treinando aí, estou à disposição e o nome já caiu no BID”, comentou.
O atacante também já está ciente do rodízio que o técnico argentino faz no elenco tricolor, porém não se mostrou preocupado com isso. “Eu acredito que a gente tem que trabalhar bastante, assim como todos os outros atletas e ficar preparado. Já aconteceu de pegar alguns treinadores que a gente treina como titular hoje e amanhã não joga. Às vezes a gente se preocupa muito com isso […] mas o futebol mudou”, disse.
Diário do Nordeste



