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Levado ao hospital após desmaiar em cela, Naime perdeu 14 kg na prisão

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O coronel da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Jorge Eduardo Naime perdeu 14 quilos desde que foi preso no âmbito da investigação sobre os atos antidemocráticos do 8 de Janeiro. Naime foi levado ao hospital, na madrugada desta quinta-feira (13/7), após desmaiar na cela em que está preso, na Academia de Polícia.

Segundo a esposa do coronel, Mariana Adorno Naime, ele pesava 110 quilos, estava pré-diabético e hipertenso quando foi preso, em 7 de fevereiro, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, o oficial está com 96 quilos.

Na madrugada de quinta-feira, Naime desmaiou quando levantou para ir ao banheiro. Ele teria tentado se equilibrar em um armário, mas o móvel teria caído sobre ele. Levado ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o coronel recebeu atendimento e fez exames para verificar se houve alguma fratura. Como os médicos não encontraram nenhum trauma, o militar foi liberado.

Naime recebeu a visita de um dos advogados na tarde de quinta-feira, segundo Mariana. A esposa do coronel contou que a pressão dele, logo que foi atendido pelo Corpo de Bombeiros na madrugada, estava 6 por 4.

A coluna confirmou que, no Hospital de Base, Naime foi diagnosticado com pressão baixa e teve dosagem do remédio para pressão ajustada.

A esposa diz, porém, que não foram feitos exames de sangue para conferir os índices referentes à glicemia para verificar se o quadro de pré-diabetes mudou.

Então chefe do Departamento de Operações da PMDF, Naime tirou folga na semana anterior aos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro e foi substituído na função pelo coronel Paulo José Ferreira. Naime é a única autoridade que permanece presa no âmbito da investigação dos ataques ocorridos no início do ano.

Na última sexta-feira (7/7), Naime completou cinco meses preso. Um dia antes, o ministro do STF Alexandre de Moraes negou o pedido de liberdade feito pela defesa do coronel.

Moraes entendeu que está “evidente a necessidade da manutenção da custódia para resguardar a ordem pública e por conveniência da instrução criminal”.

Segundo a defesa, o coronel saiu de folga sete dias antes da invasão e depredação das sedes dos Três Poderes com autorização do alto-comando da corporação para fazer exames de saúde e descansar com a família.

Na decisão em que negou liberdade a Naime, Moraes disse haver risco de que o oficial da PMDF possa, em liberdade, comprometer as investigações, a colheita de provas e a persecução penal, considerando o “alto posto que ocupou e a liderança na corporação”.

Metrópoles

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