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“Isso tem que acabar”, diz diretor do Ceará sobre gritos homofóbicos da torcida

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Fred Bandeira, diretor jurídico do Ceará, concedeu entrevista exclusiva ao programa Esportes do POVO desta terça-feira, 11, e comentou sobre as ações do clube contra a homofobia dentro do estádio. Sobre o tema, ele relembrou que o Corinthians já sofreu punição por gritos preconceituosos e que o STJD não tem aliviado em casos do tipo.

“Tem a questão de gritos homofóbicos. A gente tem feito campanhas na Arena Castelão contra racismo e gritos homofóbicos. Nós temos um grito histórico, que todo jogo, principalmente nos clássicos, a torcida do Ceará faz esse grito, que tem um certo tom de homofobia. Isso tem que acabar. Temos que ir para o estádio para torcer e ver nosso time sair vitorioso do gramado”, disse o diretor.

Na vitória por 3 a 0 do Ceará sobre o Botafogo-SP na última sexta-feira, 7, pela Série B, algumas das ações puderam ser observadas. Quase que de forma imediata após a torcida do Vovô proferir cânticos com teor homofóbico, avisos repudiando o ato foram expostos nos telões da Arena Castelão, assim como uma advertência reproduzida no alto-falante.

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol (STJD) puniu o Corinthians com a perda de um mando de campo, que será cumprida com portões fechados, por causa de cantos homofóbicos entoados por parte de sua torcida durante jogo contra o São Paulo, válido pela atual edição do Campeonato Brasileiro e disputado no dia 14 de maio.

A punição foi dada tomando como base o artigo 243 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que proíbe “praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”.

A punição imposta ao clube do Parque São Jorge aconteceu após a publicação, pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), do texto do Regulamento Geral de Competições de 2023, que estabeleceu que atos de discriminação em competições organizadas pela entidade máxima do futebol brasileiro poderiam levar à punições esportivas.

O Povo

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