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Governo propõe reajuste de até 31% para professores de universidades e institutos federais

Reunião de Ministérios com sindicato formalizou nova proposta
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O governo federal propôs um novo reajuste salarial para professores de universidades e institutos federais, que estão em greve há um mês. A proposta prevê aumentos que podem chegar a 31% até 2026.

Os Ministérios da Educação (MEC) e da Gestão e Inovação (MGI) formalizaram a proposiçãonesta quarta-feira (15), durante uma nova mesa de negociação com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN). O órgão reúne a maioria das entidades que representam a categoria.

A nova proposta será debatida internamente pelo comando geral da greve. De acordo com o MGI, entidades que representam os docentes terão até o final do mês para sinalizar fechamento de acordo.

Confira as medidas propostas pelo governo federal:

  • O pagamento do reajuste ocorrerá em duas parcelas: janeiro de 2025 e maio de 2026.
  • Haverá uma reestruturação de classes e padrões da carreira docente, com destaque para a aglutinação das classes iniciais. Isso vai garantir reajuste maior na entrada e maior atratividade.
  • As faixas de progressão passarão de 4% para 4,5% em 2025; e para 5% em 2026. O padrão C1 vai passar de 5,5% para 6%.
  • O controle de ponto e frequência será padronizado entre professores do magistério superior e professores do ensino básico, técnico e tecnológico (EBTT).

PARALISAÇÃO

O movimento paredista realizado por docentes da rede federal de ensino começou no último dia 15 de abril. Conforme o Andes-SN, a paralisação envolveu 47 instituições de diferentes regiões do Brasil. O sindicato reivindicava um reajuste de 22,71%, dividido em três parcelas iguais de 7,06%, aplicado nos meses de maio de 2024, 2025 e 2026.

A última proposta apresentada pelo governo federal à categoria previa que não houvesse um reajuste nos salários ainda este ano, de modo que fosse aplicado um aumento apenas nos auxílios alimentação, saúde e creche, fosse implementado 9% de reajuste no próximo ano e 3,5% em 2026. Ela foi rejeitada pela Andes-SN.

Outra frente de negociação está sendo tocada pela Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Proifes).

Diário do Nordeste

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