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Eliminatórias: quantos pontos o Brasil precisa fazer para ir à Copa de 2026

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As Eliminatórias da América do Sul para Copa do Mundo de 2026 começaram com uma diferença significativa em relação às edições anteriores. Com o aumento de 32 para 48 seleções no Mundial, a pontuação necessária para uma seleção sul-americana conquistar uma vaga direta para a Copa diminuiu.

Mas qual será essa “nota de corte”?

O número de vagas diretas do continente sul-americano no Mundial subiu de quatro para seis, mantendo uma vaga adicional na repescagem.

Uma forma de estimar a pontuação mínima necessária para chegar à sexta colocação é olhar para as Eliminatórias anteriores.

A história mostra que nenhuma seleção que somou 25 pontos ficou abaixo da sexta colocação de uma Eliminatória. Portanto, esta é a provável “nota de corte” segura para garantir uma vaga direta ao Mundial de 2026.

As Eliminatórias para o Mundial de 2002 foram a segunda edição do torneio com o formato atual, mas a primeira com dez seleções (já que, na anterior, o Brasil se classificou automaticamente por ter vencido a Copa de 1994).

Naquela edição, a Seleção Brasileira terminou as Eliminatórias em terceiro, com 30 pontos, garantindo vaga somente na última rodada. O quarto colocado foi o Paraguai, que ficou com a última vaga direta com a mesma pontuação do Brasil.

Levando em conta o número atual de vagas diretas, a Colômbia, que ficou em sexto, com 27 pontos, iria ao Mundial. A Bolívia, que somou 18 pontos, disputaria a repescagem.

  • 4° colocado (última vaga direta) / Paraguai: 30 pontos
  • 5° colocado (repescagem) / Uruguai: 27 pontos
  • 6° colocado (última vaga direta no novo formato) / Colômbia: 27 pontos
  • 7° colocado (vaga na repescagem no novo formato) / Bolívia: 18 pontos
  • 8° colocado (última seleção fora da zona de classificação) / Peru: 16 pontos

2006

  • 4° colocado (última vaga direta) / Paraguai: 28 pontos
  • 5° colocado (repescagem) / Uruguai: 25 pontos
  • 6° colocado (última vaga direta no novo formato) / Colômbia: 24 pontos
  • 7° colocado (vaga na repescagem no novo formato) / Chile: 22 pontos
  • 8° colocado (última seleção fora da zona de classificação) / Venezuela: 18 pontos

2010

  • 4° colocado (última vaga direta) / Argentina: 28 pontos
  • 5° colocado (repescagem) / Uruguai: 24 pontos
  • 6° colocado (última vaga direta no novo formato) / Equador: 23 pontos
  • 7° colocado (vaga na repescagem no novo formato) / Colômbia: 23 pontos
  • 8° colocado (última seleção fora da zona de classificação) / Venezuela: 22 pontos

2014

As Eliminatórias para o Mundial de 2014 tiveram nove participantes, já que o Brasil tinha vaga automática por ser o país-sede. Sendo assim, não serve como parâmetro.

2018

  • 4° colocado (última vaga direta) / Colômbia: 27 pontos
  • 5° colocado (repescagem) / Peru: 26 pontos
  • 6° colocado (última vaga direta no novo formato) / Chile: 26 pontos
  • 7° colocado (vaga na repescagem no novo formato) / Paraguai: 24 pontos
  • 8° colocado (última seleção fora da zona de classificação) / Equador: 20 pontos

2022

  • 4° colocado (última vaga direta) / Equador: 26 pontos
  • 5° colocado (repescagem) / Peru: 24 pontos
  • 6° colocado (última vaga direta no novo formato) / Colômbia: 23 pontos
  • 7° colocado (vaga na repescagem no novo formato) / Chile: 19 pontos
  • 8° colocado (última seleção fora da zona de classificação) / Paraguai: 16 pontos

2002 a 2022: 25 é o número “mágico”

Para calcular a pontuação mínima necessária para garantir a 6ª colocação (última vaga direta), adicionamos um ponto à campanha do 7º colocado de cada eliminatória.

  • Pontuação máxima histórica para garantir a 6ª colocação: 25 pontos
  • Pontuação mínima histórica para garantir a 6ª colocação: 20 pontos
  • Pontuação média para garantir a 6ª colocação: 22,2 pontos

A história mostra que nenhuma seleção que somou 25 pontos ficou abaixo da sexta colocação de uma Eliminatória. Portanto, esta é a provável “nota de corte” segura para garantir uma vaga direta ao Mundial de 2026.

Na Eliminatória passada, para a Copa do Mundo do Catar, o Brasil precisou de apenas nove jogos (metade da competição) para alcançar essa pontuação.

Já para garantir ao menos um lugar na repescagem, a exigência cai um pouco. A maior pontuação necessária para fechar uma Eliminatória em sétimo foi 23, em 2010.

  • Pontuação máxima histórica para garantir a 7ª colocação: 23 pontos
  • Pontuação mínima histórica para garantir a 7ª colocação: 17 pontos
  • Pontuação média para garantir a 7ª colocação: 19,4 pontos

CNN

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