De Segunda a Sexta – 06h às 07h

FM Maior 93.3

Ouça ao vivo

De Segunda a Sexta – 06h às 07h

saúde

Cientistas explicam por que mulheres dormem pior

Screenshot 2024-04-10 at 21-28-11 Entenda por que mulheres dormem pior que os homens

Você já ouviu falar que a qualidade de sono das mulheres é pior que a dos homens? Uma revisão de estudos publicada na revista Sleep Medicine Reviews indicou que o relógio biológico deles funciona cerca de seis minutos mais rápido do que o delas, entre outras descobertas.

De acordo com os trabalhos analisados, as mulheres têm quase 60% mais chances de sofrer de insônia em comparação com os homens. Elas relatam ter mais noites ruins que eles, sendo frequentes as queixas relacionados à qualidade do sono.

Já os homens tendem a ter um sono menos restaurador, são mais propensos a serem notívagos (característica de quem tem hábitos ou costumes noturnos) e enfrentam uma maior incidência de apneia do sono.

As diferenças no ritmo circadiano chamaram a atenção dos pesquisadores. As mulheres secretam melatonina mais cedo do que os homens, e a temperatura corporal central também atinge o pico mais cedo entre elas. Esses fatores, combinados com outras variações hormonais e físicas entre os sexos, contribuem para uma experiência de sono distinta.

A neurocientista Renske Lok, uma das principais autoras do estudo, destaca a importância das informações: “Embora uma diferença de seis minutos possa parecer pequena, é significativa no contexto do relógio biológico. O desalinhamento entre o relógio interno e os sinais ambientais, como luz e escuridão, pode ter consequências graves para a saúde ao longo do tempo.”

Os problemas de sono nas mulheres também estão associados a distúrbios de saúde mental, como ansiedade e depressão, que são mais comuns nelas do que nos homens. Além disso, as mulheres apresentam maior chance de desenvolver distúrbios alimentares relacionados ao sono e a síndrome das pernas inquietas.

O estudo destaca a necessidade urgente de abordagens personalizadas na medicina do sono, levando em consideração as diferenças biológicas entre homens e mulheres. Compreender essas disparidades pode abrir caminho para tratamentos mais eficazes e direcionados, melhorando a qualidade de vida e o bem-estar geral.

Metrópoles

Compartilhe essa notícia:

Busca

Outras notícias

Mais lidas

Programa do Rochinha
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.