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CHAGAS VIEIRA

Chefe da Casa Civil diz que Estado nunca pensou em fechar o César Cals e anuncia reforma na unidade

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O secretário-chefe da Casa Civil, Chagas Vieira, negou que o Governo do Estado planeje fechar o Hospital Geral Dr. César Cals (HGCC). Segundo ele, a unidade passará a atender exclusivamente o serviço de obstetrícia e deve receber, em breve, uma reforma. Todas as outras especialidades serão transferidas gradualmente para o recém-inaugurado Hospital Universitário do Ceará (HUC), no bairro Itaperi, explicou o secretário.

Ele concedeu entrevista na live do PontoPoder desta quinta-feira (15). Em conversa com os editores do PontoPoder Jéssica Welma e Wagner Mendes, o político atribuiu à desinformação a polêmica em torno da mudança de atendimento do HGCC. Segundo ele, situação semelhante ocorre com o Hospital e Maternidade José Martiniano de Alencar (HMJMA).

 “Há um pouco de desinformação nesse processo e muitas vezes essa desinformação é provocada por pessoas que têm interesse de provocar essa desinformação. Se você olhar, começaram a agir de forma mais intensa nessa questão do César Cals e do Martiniano de Alencar a partir do momento que nós anunciamos que iríamos entregar o Hospital Universitário do Ceará, com 832 leitos”, disse ele sobre “alguns setores da oposição”.

Chagas citou, por exemplo, atendimentos de reumatologia, pneumonia e oncologia. Segundo ele, o Hospital Universitário do Ceará foi planejado para incorporar essas especialidades. “Não vamos reduzir de forma nenhuma o serviço para a população, que diz isso está mentindo. O que vamos fazer é concentrar o serviço de maternidade (no César Cals), ele vai ser uma maternidade de referência no Ceará, já os outros serviços passam a ser atendidos em melhores condições no Hospital Universitário”, completou.

O político informou ainda que o HGCC passará por uma reforma para garantir o bom funcionamento no atendimento das gestantes e dos recém-nascidos. A data de início dos trabalhos, no entanto, não foi informada.

Protestos

Profissionais que atuam na unidade de saúde têm enfrentado dias de incerteza e realizado protestos contra as mudanças no local. Conforme mostrou o Diário do Nordeste, uma das principais queixas é a falta de informação sobre a intervenção

Os trabalhadores da rede apontam que “as informações são muito inconsistentes”, e que ainda “não há informação de quem irá (para o HUC) e de quem ficará no César Cals”.

Em março deste ano, o ex-prefeito Roberto Cláudio (PDT) e deputados oposicionistas do PDT e do União Brasil foram até a unidade reforçar os protestos. 

DN

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