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Bolsonaro é alvo de operação da PF e deve entregar passaporte em até 24 horas, diz colunista

Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro é um dos alvos da operação da Polícia Federal deflagrada nesta quinta-feira (8) que investiga uma organização criminosa que atuou em tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito. De acordo com informações da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, a PF foi à casa do ex-mandatário, em Angra dos Reis (RJ), e apreendeu o celular de um dos assessores dele, Tercio Arnaud Tomaz.

Os policiais também determinaram que Bolsonaro entregasse o passaporte e deram 24 horas para que ele colocasse o documento à disposição das autoridades, já que ele alegou que a documentação não estava na residência. Segundo a jornalista Andréia Sadi, da Rede Globo, Bolsonaro também está impedido de contatar os outros alvos da operação da PF.

“Saí do governo há mais de um ano e sigo sofrendo uma perseguição implacável. Me esqueçam, já tem outro governando o País”, teria dito Bolsonaro. À coluna, Bolsonaro afirmou que está ainda se inteirando das buscas e apreensões e das prisões e que não poderia dar mais declarações.

A Operação Tempus Veritatis atinge nomes como Braga NettoAugusto Heleno, os ex-ministros da Defesa Paulo Sérgio Nogueira, que é cearense, e Anderson Torres, além de outros aliados do ex-presidente, como Valdemar Costa Neto.

A operação já prendeu os ex-assessores Filipe Martins e o coronel Marcelo Câmara.

Além dos mandados de prisão preventiva, estão sendo cumpridos 33 mandados de busca e apreensão,e 48 medidas cautelares diversas da prisão, que incluem a proibição de manter contato com os demais investigados, proibição de sair do País, com entrega dos passaportes no prazo de 24 horas, e suspensão do exercício de funções públicas.

As medidas judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Há cumprimento de mandado no Ceará e nos estados do Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

Nesta fase, segundo a PF, as apurações apontam que o grupo investigado se dividiu em núcleos de atuação para disseminar a ocorrência de fraude nas eleições de 2022, antes mesmo do pleito, para viabilizar e legitimar uma intervenção militar. A dinâmica, conforme a PF, era “de milícia digital“.

Diário do Nordeste

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