O grupo alimentação no domicílio pode registrar a primeira deflação em seis anos. No acumulado de 12 meses, a inflação da comida em casa no IPCA, que chegou a avançar 17,25% em julho de 2022, já cedeu para 2,9% em junho deste ano.
Mas, especialistas alertam que há riscos que podem impedir a variação negativa da alimentação em domicílio neste ano, como os efeitos do El Nino e da tensão entre Rússia e Ucrânia sobre produtos como o trigo. Mesmo assim, a inflação de alimentos deve ser historicamente baixa.
Em 2022, após os desdobramentos da pandemia, agravados pela guerra na Europa, os preços da alimentação em casa saltaram 13,2%, mais que o dobro do IPCA, que subiu 5,8% no ano. As informações estão publicadas na edição desta segunda-feira (24) do jornal Valor Econômico.



