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Desemprego cresce no Ceará no primeiro trimestre, aponta PNAD

CTPS; CARTEIRA DE TRABALHO; EMPREGO; FOTOS DAVI PINHEIRO/GOVERNO DO CEARA;
CTPS; CARTEIRA DE TRABALHO; EMPREGO; FOTOS DAVI PINHEIRO/GOVERNO DO CEARA;

A taxa de desocupação no Ceará no 1º trimestre de 2023 cresceu, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Os dados do levantamento foram divulgados nesta quinta-feira (18).

O Estado registrou nos três primeiros meses taxa de desocupação de 9,6%, subindo 1,8 ponto percentual em relação ao 4º trimestre de 2022, que teve 7,8%. Em comparação ao mesmo trimestre de 2022, que teve taxa de 11%, o Ceará ficou 1,5 ponto percentual menor.

A taxa de desocupação mede a proporção de pessoas de 14 anos ou mais de idade que estão desocupadas (não trabalharam, procuraram trabalho e estavam disponíveis para assumir), em relação ao total de pessoas que estão na força de trabalho, seja trabalhando (pessoas ocupadas) ou procurando (desocupadas).

Segundo a pesquisa, a população cearense em idade de trabalhar, estimada 7,5 milhões de pessoas, aumentou em 86 mil pessoas, 1,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entretanto, em relação ao trimestre anterior, não houve variação estatisticamente significativa.

O nível de ocupação, estimado em 46,6%, também não apresentou variação estatisticamente significativa em relação ao mesmo período do ano anterior. Entretanto, em relação ao trimestre anterior, houve queda de 2,3 pontos percentuais.

Já a população ocupada, estimada em 3.524 mil pessoas, aumentou em 140 mil pessoas, (4,1% em relação ao mesmo período do ano anterior). Entretanto, em relação ao trimestre anterior, ficou menor em 183 mil pessoas, ou seja, declinou 4,9%.

A PNAD apontou também que os empregados do setor privado com carteira assinada, estimados em 928 mil pessoas, não apresentou variação estatisticamente significativa em relação ao mesmo trimestre do ano anterior e, também, em relação ao trimestre anterior.

Já os empregados sem carteira de trabalho assinada, estimados em 702 mil pessoas, não apresentou variação estatisticamente significativa em relação ao mesmo período do ano anterior. Entretanto, em relação ao 4º trimestre do ano passado, o levantamento mostra uma redução de 81 mil pessoas, variação de 10,4%.

No 1º trimestre de 2023, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 1.921.

Este resultado apresentou estabilidade estatística frente ao 4º trimestre de 2022 (R$ 1.811) e também em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 1.831).

A massa de rendimento real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimada em R$ 6,6 bilhões de reais, aqui no Ceará.

Quando comparada ao trimestre móvel de outubro a dezembro de 2022, não houve variação estatisticamente significativa, o mesmo se observa frente ao mesmo trimestre de 2022.

G1

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