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Rafinha cita emoção familiar ao saber de acerto com o Ceará: “Minha mãe chorou”

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Apresentado oficialmente à imprensa nesta terça-feira, 10, o meia-atacante Rafinha contou a emoção familiar ao saber do acerto com o Ceará. O camisa 18 chegou ao clube por empréstimo até o final da temporada, após disputar o Campeonato Mineiro e a Série C pelo Tombense. Em meio à expectativa para estrear, foi honesto ao dizer que precisa controlar a ansiedade para conseguir agregar ao elenco.

“Quando falei para a minha mãe a primeira vez, ela não acreditou. O Ceará é gigantesco, né? É um dos maiores clubes do Brasil. É uma das maiores médias de público do país. Vem batendo seus próprios recordes. Estou vivendo um sonho, a ficha só vai cair quando pôr a camisa e entrar em campo. A notícia foi a melhor possível, minha mãe chorou, minha mulher chorou. Só quero retribuir todo esse carinho e recepção também do torcedor, dentro de campo”, iniciou.

“Tenho que controlar a minha ansiedade. Chego com muita vontade de vencer, de estar dentro do grupo, agregando e buscando o melhor para a equipe. O Léo Condé tem conversado muito comigo sobre isso. Acredito que sou uma peça que vou agregar muito por ser um meia-atacante. E também é valorizar o que temos. Acreditar no processo que vem sendo feito. Chego para ser mais um e para agregar”, completou.

Em 2024, Rafinha disputou 27 partidas pelo Tombense, entre Estadual, Copa do Brasil e Série C, com quatro gols e duas assistências. Com características de camisa 10, também pode atuar pelo lado do campo. No clube, chega para ser a reposição de Bruninho, negociado com o futebol português.

Ainda durante a coletiva, o meia-atacante expôs o desejo de ser espelho para o filho Lorenzo, de três anos, e comentou sobre as adversidades que precisou superar para dar continuidade a carreira profissional.

“No momento que estive parado, tive muitas dificuldades, dentre elas a parte financeira, porque muitas vezes meu filho precisaria tomar um leite ou comprar um pão e não tínhamos tanta condição. Na minha cidade, infelizmente, parte da família… Enfim, também não quis pender para esse lado, porque queria ser o espelho do meu filho futuramente. O que eu fazia? Lavava carro com meu sogro e vendia pipa. Conseguia tirar uma renda e ajudar a minha família”, finalizou Rafinha.

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