Cientistas espanhois estudavam um crânio do antigo Egito, de cerca de 4.600 anos, quando encontraram sinais de câncer no cérebro – e de seu tratamento. A pesquisa é liderada por Edgard Camarós, paleopatologista da Universidade de Santiago de Composteila, na Espanha.
A pesquisa foi publicada na revista Frontiers in Medicine.
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Ao examinar o crânio com um microscópio e tomografias computadorizadas, eles encontraram marcas de corte nas extremidades dos ossos, cercando áreas onde pesquisadores anteriores já tinham encontrado lesões que foram ligadas a um câncer que entrou em metástase.
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Cortes no crânio
O formato das marcas de cortes no crânio indica que eles foram feitos com alguma ferramenta de metal. Isso levou os pesquisadores a concluir que os egípcios já faziam cirurgias cerebrais, com um antepassado do bisturi, para estudar câncer cerebral.
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