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Manter inelegibilidade é uma “perseguição sem fim”, diz Bolsonaro

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Através de suas redes sociais, o ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL, comentou sobre a a rejeição de Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral  (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF ), em relação ao recurso que solicitava uma reavaliação pelo STF sobre a sua inelegibilidade.

Não podendo concorrer a nenhuma eleição até 2030, Jair Bolsonaro afirma que a negativa do recurso é uma “perseguição sem fim” , e ainda relembrou da multa definida em outubro de 2023, no qual foi um valor de R$ 425 mil. Contudo, vale lembrar que a defesa do ex-presidente ainda tem possiblidade de recorrer mais uma vez ao STF para tentar prosseguir com o caso..

Filho do ex-presidente, o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, através dos comentários da publicação, fez críticas a falta de atitude de políticos de direita com a ação de Moraes. O mesmo, anteriormente, chegou a dizer de maneira pública que Bolsonaro só pode contar com seus filhos, devido a falta de unidade entre os políticos conservadores.

Bolsonaro e Walter Braga Netto, que concorreu como vice nas eleições de 2022, receberam uma condenação por abuso de poder político e econômico durante as comemorações do Sete de Setembro na Esplanada dos Ministérios, ocorrido também no ano de 2022.

O TSE declarou a inelegibilidade a ambos devido ao uso de bens públicos durante a campanha eleitoral, mesclando um evento oficial com manifestações de cunho eleitoral. Além disso, também aplicou uma multa de R$ 425.640 para Jair e de R$ 212.820 para Braga, uma vez que considerou que os dois cometeram condutas vedadas pela legislação eleitoral.

Alexandre de Morais afirma que negou o recurso por motivos processuais, visto que não atende os requisitos previstos em lei. O ministro ainda destacou que ocorreu cerceamento do direito de defesa de ambos, e que escolha da Corte Eleitoral não violou a Constituição.

Fonte: ANC

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