De Segunda a Sexta – 06h às 07h

FM Maior 93.3

Ouça ao vivo

De Segunda a Sexta – 06h às 07h

saúde

Comer batata frita pode aumentar risco de demência, sugere pesquisa

obesidade_infantil-600x400

Aquela porção de batata frita que sempre levanta polêmica na hora do pedido por conta dos prejuízos que traz à saúde ganhou mais um argumento contrário. Degustá-las pode aumentar o risco de demência, sugerem cientistas da Universidade de Chicago.

Na verdade, os pesquisadores se concentraram em estudar os efeitos do consumo prolongado de óleo de cozinha reutilizado – método de preparo comum em restaurantes, seja para batatas fritas, pastéis ou coxinhas de frango. O óleo reaquecido contém impurezas prejudiciais ao cérebro que são absorvidas pelo corpo com a alimentação.

Os cientistas avaliaram os efeitos de uma dieta rica em alimentos preparados com óleo reaproveitado para a saúde de ratos. Segundo o estudo, roedores que consumiram óleo de gergelim ou girassol reaquecido apresentaram marcadores de inflamação mais altos, bem como danos aos vasos sanguíneos e sinais de declínio cognitivo em comparação com os do grupo controle.

Os resultados foram apresentados no encontro anual da Sociedade Americana de Bioquímica e Biologia Molecular, que está sendo realizado nos Estados Unidos nessa semana.

“A fritura em altas temperaturas tem sido associada a vários distúrbios metabólicos. Até onde sabemos, somos os primeiros a relatar que a suplementação de óleo frito a longo prazo aumenta a neurodegeneração”, afirmaram os cientistas, em comunicado à imprensa.

Quando o óleo atinge temperaturas muito altas, passa por transformações na composição química que liberam uma substância chamada acroleína. A acroleína é oxidante, prejudica a saúde intestinal e já foi associada ao câncer em outros estudos.

A degradação do óleo acontece mesmo com os tipos mais benéficos para a saúde, como o azeite e os óleos de peixe.

A formação de espuma ou fumaça durante a fritura e o escurecimento intenso da coloração do óleo ou do alimento são sinais de que o óleo precisa ser descartado.

Os cientistas da Universidade de Chicago afirmam que pretendem investigar a relação entre o consumo de óleo reutilizado e o risco de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson, em humanos.

Metrópoles

Compartilhe essa notícia:

Busca

Outras notícias

Mais lidas

Programa do Rochinha
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.