Uma DJ neozelandesa foi ameaçada de ser retirada de um voo da Delta Airlines de Salta Lake City (Utah, EUA) a São Francisco (Califórnia) porque não estava usando sutiã por baixo da camisa. Segundo Lisa Archbold, mais conhecida como Djette Kiwi, uma funcionária alegou que não usar roupa íntima era contra o código de vestimenta da companhia aérea dos EUA.
Quando já estava sentada, Lisa foi abordada pela funcionária de controle de embarque, que pediu para falar com ela em particular. Inicialmente, a passageira achou que haveria algum problema com a sua bagagem. Ela estava trabalhando para promover uma marca de bebidas alcoólicas em um festival de cinema, então ela temeu que fosse porque sua mala estava cheia de garrafas de vodca.
Não era. O problema era outro.
“É política da Delta retirar da aeronave qualquer pessoa com roupas reveladoras. Vou permitir que você permaneça no avião, se colocar sua jaqueta”, disse a funcionária.
Lisa se disse horrorizada e chegou a alegar que “vestida como um menino”, com uma calça larga e uma camisa, e não conseguia ver qual era o problema com suas roupas.
O problema era a falta do sutiã. Segundo a funcionária, o tecido da camisa fino e não escondia a ausência da peça íntima.
“Havia homens naquele voo com mais peito que eu”, desabafou.
Apesar de se sentir “humilhada”, a neozelandesa cedeu para poder seguir viagem.
Lisa fez uma reclamação formal à Delta Airlines. A empresa não se pronunciou sobre o caso.
De acordo com as diretrizes da companhia “ela se reserva o direito de recusar a passagem a qualquer pessoa cujo traje crie um risco excessivo de ofensa ou aborrecimento para outros passageiros”.
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