De Segunda a Sexta – 06h às 07h

FM Maior 93.3

Ouça ao vivo

De Segunda a Sexta – 06h às 07h

guerra judicial

Guerra por herança divide família de Zagallo; Advogados dão versão

foto-nelson-almeida-afp-via-getty-images-24012024132713061

Não demorou um mês após a morte para a herança de Mário Jorge Lobo Zagallo virar uma guerra familiar. E isso tem dois motivos especiais: o primeiro é que o testamento foi aberto por Mário César cinco dias após o falecimento e o segundo é que ele também foi o único beneficiário dos bens do ex-jogador, que morreu no dia 5 de janeiro, aos 92 anos. Três irmãos ficaram fora da lista.

O jornalista Léo Dias foi o primeiro a informar sobre a guerra familiar em seu portal de notícias. De acordo com o colunista de fofoca, Zagallo teria feito uma doação e descreveu ser da “sua própria vontade” destinar os bens para um único filho. Marília Emília, Paulo Jorge e Maria Cristina, afinal, ficaram fora da lista de beneficiários.

Aliás, ainda de acordo com o portal, o filho de Zagallo Mário César teria impedido que os irmãos visitassem o pai e ainda passou a administrar as finanças do ex-jogador. Ele, aliás, teria endossado a venda do patrimônio do Velho Lobo, calculado em torno de R$ 15 milhões.

Os advogados Anelisa Teixeira e Daniel Blanck, que representam Paulo Jorge, Maria Emília e Maria Cristina, deram a versão sobre o caso. De acordo com os defensores, Mário César impediu acesso dos outros filhos ao pai e fez Zagallo acreditar que teria sido abandonado, “o que levou a fazer doações milionárias a Mario Cesar, além de o beneficiar com o testamento em detrimento dos demais filhos”.

Aliás, eles esclareceram ainda que foram verificados saques na conta de Zagallo “em quantias incompatíveis com o padrão de vida de um idoso”.

Nascido na cidade de Atalaia, em Alagoas, em 9/8/1931, Zagallo veio para o Rio de Janeiro e começou a jogar nas divisões de base do América, onde ficou até 1949. De 1950 a 1958, defendeu o Flamengo. Pouco depois de ser campeão da Copa do Mundo da Suécia, seguiu para o Botafogo, onde ficou até 1965, quando encerrou a carreira de jogador.

Logo no ano seguinte, 1966, passou a ser técnico do próprio Botafogo, fazendo muito sucesso e chegando a ser treinador da Seleção Brasileira, onde foi campeão da Copa do Mundo de 1970.

Como treinador, ele comandou os quatro grandes do Rio – Fluminense, Flamengo (3 vezes), Botafogo (3 vezes) e Vasco – além de Bangu. Também fez sucesso no mundo árabe, treinando as seleções  do Kuwait, Arábia Saudita e Emirados Árabes.

Além da Copa de 1970, treinou a Seleção Brasileira nas Copas de 1974 e 1998. E foi coordenador de Carlos Alberto Parreira nas Copas de 1994 e 2006. Ao todo, participou de sete Copas do Mundo pelo Brasil. Como jogador foi campeão em 1958 e 1962; como treinador, ganhou o título de 1970, foi vice em 1998 e ficou em quarto lugar em 1974. Como coordenador técnico, foi campeão em 1994 e caiu nas quartas na Copa de 2006.

R7

Compartilhe essa notícia:

Busca

Outras notícias

Mais lidas

Programa do Rochinha
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.