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Em tribo africana, homens oferecem as esposas para sexo com visitantes

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A tribo Himba vive em Cunene, no norte da Namíbia, com uma população estimada em cerca de 50 mil. Uma característica do povo dessa região isolada da África chama atenção: homens ofertam as suas esposas para dormir com os visitantes.

O “sexo fora do casamento” teria o objetivo de afastar o sentimento do ciúme, contou reportagem do “Daily Star”. As mulheres têm pouca influência sobre o que acontece nas atividades do dia a dia da tribo, e os maridos as oferecem voluntariamente. A prática se chama Okujepisa Omukazendu. Enquanto a esposa fica com um visitante num aposento, o marido dorme num outro. Caso não haja espaço, ele pode repousar do lado de fora da moradia.

O blogueiro Wode Maya, de Gana, visitou a tribo. Ele confirmou a prática, mas garantiu não ter recebido a oferta de sexo.

“Os homens dão as suas esposas para visitantes, mas não para visitantes comuns como eu”, disse ele.

“Se você é Himba e visita outra casa Himba, o morador oferece a sua esposa para satisfazer o visitante em vez de ser traído por ela”, acrescentou.

Além disso, há uma outra marca do grupo Himba, onde a poligamia é socialmente aceita, que as distingue de outras tribos: a mulheres não podem se banhar em rios. Para a higiene, elas se submetem à ação de um defumador com ervas e manteiga. Acredita-se que a origem da proibição tenha sido a escassez da água na região. Com o tempo, virou uma tradição.

O dia a dia da tribo consiste basicamente de coletar recursos como comida e água na natureza e participar da construção da casa de outros membros do grupo. Eles são seminômades e essencialmente pastoris. Migraram de Angola para a Namíbia há cerca de 200 anos à procura de solos mais férteis.

A tribo cultua Mukuru, chamado de Deus da Namíbia, e tem sobrevivido graças a pactos de paz com tribos vizinhas. De acordo com o culto a Mukuru, os mortos transmitem mensagens entre Deus e os vivos. Cada família tem o seu próprio fogo ancestral, que é mantido por um protetor, que se aproxima da chama cada sete ou oito dias, a fim de se comunicar com Mukuru e os ancestrais.

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