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Casal recebe reembolso de R$ 7 mil após se sentar ao lado de cão com flatulência durante voo de 13 horas

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A viagem de avião de Paris (França) a Cingapura seria longa: 13 horas. Por isso, Gill Press e Warren Press pagaram por lugares na classe econômica premium, que garante maior espaço entre as poltronas, assentos mais largos e melhor qualidade do serviço de bordo, em voo da Singapore Airlines. No entanto, não contavam que teriam a companhia de um cão soltando gases, bufando e babando durante toda a viagem.

Gill acredita que o cão era de suporte emocional do passageiro que se sentou ao lado deles. Ela conta que após o casal se incomodar com a situação, eles conversaram com uma comissária de bordo, que informou que os únicos assentos vagos eram na parte de trás da aeronave, na cabine econômica. Por um momento, eles decidiram permanecer nos seus assentos premium. Mas como o cão continuou a liberar flatulências depois que o serviço de jantar terminou, eles se mudaram para a classe econômica.

Um comissário de bordo sugeriu que a dupla preenchesse um relatório de incidente, o que fizeram. O funcionário informou ainda que a companhia aérea entraria em contato com eles após o voo. No entanto, não entraram, e Gill foi forçado a contatá-los.

O casal recebeu um pedido de desculpas e dois vales-presente de 73 dólares (aproximadamente R$ 360), que Gill não achou justo devido à diferença de custo entre os assentos premium e econômicos. Depois de quase um mês, ela disse que a companhia aérea voltou com outra oferta de dois vouchers de viagem no valor de cerca de US$ 118 (R$ 586).

No entanto, ela ainda estava chateada porque eles estavam recebendo apenas uma fração de seus bilhetes, que Gill disse custar cerca de US$ 1.000 (R$ 5 mil), então eles solicitaram mais. Depois de algumas idas e vindas, a companhia aérea disse ao casal que receberiam um reembolso pela diferença nas cabines “como um gesto de boa vontade”, que era de cerca de US$ 587 (R$ 2,9 mil) cada.

“Isso é o mínimo que eles poderiam fazer”, disse Gill ao site “Insider”. “Se eles quisessem ser realmente legais, poderiam ter nos dado muito mais”, completou.

O casal planeja doar o dinheiro para uma organização que combina pessoas com deficiência visual e cães-guia.

“O principal não era sobre o dinheiro, mas sim sobre responsabilizar as pessoas”, acrescentou Gill.

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