São quase 60 mil pessoas aguardando por um procedimento de cirurgia eletiva no Ceará, de acordo com estimativa da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa).
A informação é da nova titular da Pasta, a médica infectologista Tânia Mara Coelho. Ela aponta os prejuízos múltiplos causados pela Covid como alguns dos fatores para o cenário.
No período mais grave da pandemia no Ceará, as cirurgias eletivas – aquelas que não são de urgência nem de emergência – foram suspensas, devido à sobrecarga das unidades de saúde e do risco de a disseminação do coronavírus aumentar.
Esses 60 mil procedimentos enfileirados hoje incluem pacientes que esperam tanto na rede municipal de Fortaleza como na rede estadual.
Diário do Nordeste



