De Segunda a Sexta – 06h às 07h

FM Maior 93.3

Ouça ao vivo

De Segunda a Sexta – 06h às 07h

valorização

Amilcar Silveira o homem que deu brilho e importância para o agronegócio no Ceará

IMG_2546-1536x1023

Com projeto ousado, robusto economicamente de fortalecimento do agronegócio, explorando suas potencialidades e abrindo oportunidades para pequenos produtores, Amilcar Silveira está fortalecendo e revolucionando a cultura do leite e a agropecuária em seu Estado.

Eleito presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Ceará, o empresário do agronegócio deu uma nova roupagem ao agronegócio cearense, trazendo o brilho que representa o setor no Estado do Ceará. O agronegócio cearense responde por 19% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.

Com projeto ousado, robusto economicamente de fortalecimento do agronegócio, explorando suas potencialidades e abrindo oportunidades para pequenos produtores, além de explorar diversos segmentos como carcinicultura, Amílcar Silveira está fortalecendo e revolucionando a cultura do leite e a agropecuária em seu Estado. O empresário do setor, também elenca os destaques do empreendedorismo agro do Ceará para o Brasil e o mundo. “Nós temos aqui o maior produtor de camarão do Brasil, nós temos o maior produtor de melão do mundo, nós já produzimos mirtilo aqui no Ceará. Imagina nós produzirmos blueberry aqui no Ceará!”, ressalta. E ainda completa em referência a potência que representa a região do Cariri cearense; “O Cariri será uma grande fronteira agrícola nossa”.

O destaque, segundo ele, será a Chapada do Araripe, “porque tem boas terras, solos bons, água, altitude. Aquilo será uma grande fronteira do agronegócio”, reforça. Silveira ressalta o uso das tecnologias para o campo e como isso tem mudado a agricultura no Ceará. “No passado, o sol era nosso inimigo. Hoje, é nosso aliado”, afirma. O presidente da Faec segue adiante com seus argumentos para justificar o tamanho da participação do agronegócio na economia do Ceará:

“De onde vêm o pão, a bolacha, o macarrão e o biscoito? Vêm do trigo, que é produzido pela agricultura. E de onde vem a carne bovina, suína e ovina consumida pelo mercado interno brasileiro e exportada para mais de 100 países do mundo, incluindo a China? Vem da pecuária, uma atividade da economia primária, ou seja, do nosso setor. É assim no Brasil, é assim também no Ceará”. 

Entusiasmado com o desenvolvimento do Centro de Inteligência e Inovação do Agronegócio do Ceará, Amílcar Silveira já adianta que “esses 19% que hoje mostram a participação do agronegócio no PIB cearense vão subir, porque está entrando a crescente produção do algodão na Chapada do Apodi, matéria-prima das fábricas de fiação, tecelagem e confecções”.

Revista Ceará

Compartilhe essa notícia:

Busca

Outras notícias

Mais lidas

Programa do Rochinha
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.