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Meu crush, minha vida: eleitores cobram de Lula criação do “Ministério do Namoro”

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“Um homem sem um amor não é nada. No meu governo todo mundo vai namorar”. Esta frase emblemática foi dita no ano passado pelo então candidato a presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e você provavelmente verá circulando em alguma rede social neste 12 de junho, Dia dos Namorados.

Com a frase na época da campanha e brincadeiras em relação à possível criação da pasta amorosa, os eleitores de Lula agora cobram “benefícios”, como o suposto programa social “Meu crush, minha vida”, e a criação de um “Ministério do Namoro” nesta data romântica.

Desde o começo deste mês, a cobrança nas redes sociais tem se intensificado. “Dia dos Namorados chegando e nenhum sinal do Ministério do Namoro na prática, Lula você me prometeu uma namoradinha, cadê a responsabilidade afetiva, Lula?”, publicou um internauta no Twitter.

“5 de junho e o silêncio do governo Lula sobre o ministério do namoro é ensurdecedor”, comentou outro. “Eu chegando lá no Palácio da Alvorada nesse dia dos namorados pra cobrar do Lula o ministério do namoro que ele disse que ia criar”, escreveu outro, com foto em frente ao palácio.

Uma internauta, identificada como Fernanda Imamura, deu uma possível explicação para a não criação do ministério. “Lula ainda não criou o ministério do namoro porque tá investindo no ministério do trabalho pra não decepcionar vocês”, ironizou.

No mês passado, em um show, o duo AnaVitória entrou na brincadeira. A cantora Vitória Falcão falou com a plateia. “O ministério do namoro, mulher. É isso que ‘tá’ faltando pro Brasil”, brincou, sendo aplaudida.

Em fevereiro, durante o Carnaval, o presidente Lula, já eleito e empossado, voltou a falar do “Ministério do Namoro”. No dia 15, respondeu uma internauta que deu nota ao governo Lula em uma enquete. “Números de namorado: 0. Nota: 0”, escreveu a produtora Gabriela Lira no Twitter, sendo notada pelo presidente da República na rede social.

“Esse programa só depois do Carnaval”, brincou Lula, o que deu o que falar e reacendeu a esperança no coração dos solteiros. “O presidente do País disse que vou namorar pós-Carnaval. Bom dia”, publicou Gabriela após ler a postagem.

Se engana quem pensa que apenas anônimos repercutem a possível criação da pasta amorosa. Políticos conhecidos também têm feito postagens sobre o tema.

Marcelo Calero, ex-ministro da Cultura do governo Michel Temer (MDB) e atual secretário de Cultura do Rio de Janeiro, publicou uma foto no Instagram e se autoproclamou “ministro do amor”. E publicou um “decreto” com os dizeres “artigo 1 – fica proibido não ser feliz”.

O deputado federal Zeca Dirceu (PT-RS), da base governista, também publicou uma foto com a legenda “Me indiquem para ministro do Namoro” e recebeu respostas de fãs como “me namora”.

À CNN, a deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS) brincou ao responder se foi beneficiada com o programa “meu crush, minha vida” ao assumir o namoro com o também deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), em abril.

“Achei muito divertida a repercussão do nosso namoro, muita gente brincando com o ‘Ministério do Namoro’. Mas vamos combinar que paixão não combina muito com burocracia. Talvez tivesse que ter o Ministério do Amor para enfrentar o ódio e a intolerância, defender todas as formas de amor”, brincou, aos risos.

O presidente do PSB-DF, Rodrigo Dias, falou à CNN que aguarda a promessa de campanha. “Todos nós estamos com grande expectativa para a criação do ministério. Foi uma grande promessa de campanha do presidente e que vem numa hora importante. Depois de quatro anos de ódio, segregação e separação, nada mais sincero e transformador que promover as relações através do namoro.”

“Eu com certeza vou pleitear para que o ministério venha para o PSB e que eu possa ser o ministro do Namoro”, disse Dias à reportagem.

Brincadeiras à parte, alguns eleitores, de fato, querem saber se existe alguma expectativa de criação da pasta.

A CNN procurou a Secretaria de Comunicação de Lula, o Ministério da Cultura e a assessoria da primeira-dama, Janja da Silva, mas não obteve retorno.

CNN

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